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O Advogado é Indispensável à Justiça | Advogado em Birigui-SP

O advogado é a ponte entre o cidadão e a Justiça. Previsto no artigo 133 da Constituição Federal
, o advogado é indispensável à administração da Justiça, atuando com ética, técnica e coragem na defesa de direitos.

Em Birigui-SP, o Escritório Servelatti & Sanchez Advogados é referência em atendimento jurídico de alto nível, com especialistas em:

Atuamos com transparência e valores justos. Honorários advocatícios são definidos com base na complexidade do caso e sempre pautados pela tabela da OAB. O barato pode sair caro: a ausência de excelência pode gerar prejuízos irreparáveis. Consulte também os sites oficiais do TJSPSTJSTF para conhecer melhor seus direitos.


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Consultor JurídicoSharenting e limites jurídicos da exposição infantil nas redes sociais​Erica Marie Viterito Honda

Na era da hiperconectividade, tornou-se comum que pais compartilhem, nas redes sociais, imagens e informações sobre a rotina de seus filhos. A essa prática, culturalmente normalizada, dá-se o nome de sharenting — termo originado da junção das palavras share (compartilhar) e parenting (criação de filhos). Embora frequentemente guiado por intenções afetivas, o sharenting envolve implicações […]

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Consultor JurídicoA comparação inadequada: por que motoristas de aplicativo não são taxistas (nem autônomos)​Ilan Fonseca de Souza

No centro de um intenso debate no Supremo Tribunal Federal e no Congresso Nacional sobre o reconhecimento do vínculo empregatício na “uberização”, uma analogia tem sido frequentemente utilizada: a de que motoristas de aplicativo seriam como os taxistas. O julgamento no Supremo está marcado para 3 de dezembro de 2025, e o relator do Projeto […]

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Consultor JurídicoReceita limita uso de créditos em ações coletivas e reacende debate jurídico​Vinícius Pereira Veloso Teixeira

Recentemente, a Receita Federal publicou a Instrução Normativa nº 2.288/2025 com o objetivo de restringir o uso de créditos por meio de ações coletivas. Não é novidade que o Fisco, de modo geral, tem tentado restringir a atuação de associações em ações coletivas, notadamente mandados de segurança coletivos, mediante a alegação de que determinadas associações […]

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JOTA Jornalismo – FeedNova Lei de Cotas nos concursos públicos​Maria Aparecida Chagas Ferreira

1983 foi a primeira vez que se falou em ações afirmativas como uma medida para promover a isonomia social da população negra. A ideia veio por meio de um projeto de lei apresentado pelo então deputado federal Abdias Nascimento. Até aquele momento, a ideia era impensável.

Desde lá, a proposta foi adensada nos espaços do movimento social negro. Mas somente ganhou implementação efetiva e apareceu com força no debate público com a implantação do sistema de cotas pela Universidade do Rio de Janeiro (UERJ) em 2003.

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Naquele início, a ideia foi discutida com voracidade no meio acadêmico, na grande mídia, no judiciário e na burocracia o que reverberou na sociedade de uma forma em geral. A proposta que parecia ser inaceitável no início da década dos anos 2000, mobilizando torcidas frente o julgamento no Supremo Tribunal Federal sobre a constitucionalidade das cotas raciais nas universidades e nos concursos públicos, hoje, tem apoio da ampla maioria da população brasileira. Ou seja, a ideia ganhou aceitabilidade.

Ainda que se tenha o apoio da opinião pública, isso não significou ausência de articulação política e de negociação para manter e garantir direitos conquistados. A primeira lei de cotas em concursos públicos, Lei 12.990/2014, ao reservar vagas para pessoas negras em concursos, materializou a histórica reivindicação dos movimentos sociais e deu um passo importante na ampliação da representatividade do serviço público. Onze anos depois, a Lei 15.142/2025, renova a conquista coletiva em direção a um Estado que tenha a cara do povo brasileiro.

Apesar de ter garantido um patamar mínimo de ingresso de servidores pretos e pardos, a Primeira Lei de Cotas em concursos públicos teve seus resultados limitados por questionamentos judiciais, problemas de implementação e baixo número de concursos realizados.

Entre 2014 e 2023, pouco mais de 6.000 pessoas negras entraram na administração federal por meio de cotas, número insuficiente para alterar a composição racial dos quadros de pessoal da burocracia brasileira do governo federal.

Para garantir a continuidade e aumentar a efetividade da ação afirmativa, o governo iniciou, em março de 2023, uma ampla revisão de seus normativos. Esse processo, que uniu análise técnica e participação social, culminou na Lei 15.142/2025, que prorroga e aprimora a política de reserva de vagas em concursos públicos.

Durante o processo de aprovação da Nova Lei de Cotas, foram revisitados os mesmos argumentos do início da década de 2000, parecia que o debate se movia em direção contrária à ideia que se entendia consolidada. Mas houve grande capacidade de persuasão construída por gestores públicos, acadêmicos, movimentos sociais e parlamentares. A Nova Lei de Cotas em concursos públicos reflete o trabalho conjunto de indivíduos e organizações comprometidos com a correção de distorções históricas e a inclusão de pessoas negras, indígenas e quilombolas no serviço público.

A primeira etapa se deu no Grupo de Trabalho que reuniu órgãos federais, universidades, especialistas e entidades da sociedade civil. A partir do exame de seleções realizadas entre 2014 e 2022, foram identificados desafios práticos à execução da política, boas práticas de operacionalização da reserva de vagas e soluções que poderiam trazer maior segurança à aplicação da legislação.

O grupo analisou também decisões do Supremo Tribunal Federal, recomendações da Controladoria-Geral da União, contribuições da Comissão de Juristas da Câmara sobre racismo estrutural, estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e da Escola Nacional de Administração Pública.

Como resultado, foi elaborado anteprojeto de lei que incluiu medidas como a ampliação do percentual de cotas de 20% para 30%, a inclusão de indígenas e quilombolas entre os beneficiários da política, a previsão de regras para evitar o fracionamento de vagas e o fortalecimento dos mecanismos de monitoramento e avaliação da ação afirmativa.

Em junho de 2023, a proposta foi apresentada e discutida em plenária com movimentos negros. Em seguida, o documento passou pelo crivo do Grupo de Trabalho responsável pelo Programa Federal de Ações Afirmativas.

No Congresso Nacional, onde o texto foi incorporado ao PL 1.958/2021, o debate se ampliou ainda mais: audiências públicas no Senado e na Câmara contaram com a presença de representantes da sociedade civil, do Ministério Público Federal e da academia. Nas duas Casas, a articulação dos movimentos sociais foi essencial para o avanço e aprovação do projeto.

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A regulamentação que acompanha a Lei 15.142/2025 nasce do mesmo espírito colaborativo. O Decreto 12.536/2025 e a Instrução Normativa Conjunta MGI/MIR/MPI 261/2025 foram redigidos em diálogo constante com especialistas e entidades, paralelamente à tramitação do projeto. Com isso, buscou-se garantir que os avanços aprovados no Legislativo se convertessem rapidamente em práticas efetivas e seguras para as pessoas candidatas e para a administração pública.

Após mais de 40 anos em que a ideia foi lançada e aceita, a nova legislação sobre cotas em concursos públicos reafirma o compromisso da sociedade brasileira com a promoção da igualdade étnico-racial, a transformação do Estado e o fortalecimento da democracia. Seu processo de formulação – cuidadoso, técnico e participativo – pode servir de referência para outras agendas que busquem enfrentar as desigualdades estruturais no Brasil em busca do progresso social.

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JOTA Jornalismo – FeedEspecialistas apontam principais pendências da reforma tributária​Diane Bikel

Após a aprovação da Emenda Constitucional 132/2023, que instituiu a reforma tributária sobre o consumo, e da edição da Lei Complementar 214/2025, que trouxe a regulamentação do texto, ainda há pontos essenciais que carecem de definição. Tributaristas ouvidos pelo JOTA apontam como essencial a edição de Lei Complementar para definir a competência judicial para julgar litígios envolvendo o novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

“A falta de definição sobre quem julgará os litígios do IBS pode se tornar o maior calcanhar da reforma”, afirma a advogada Lorena Gargaglione, sócia do escritório Gargaglione Costa Advogados. Segundo ela, o modelo de “tributo único e multicompetente” não encontra paralelo no contencioso atual. “Sem Lei Complementar que defina a competência, o risco é de colapso na segurança jurídica”, diz.

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A advogada também aponta a necessidade de Lei Complementar para tratar de temas estruturantes, como o fundo de compensação de créditos e as regras de transição, além da padronização das obrigações acessórias e sistemas tecnológicos entre os entes federados. “Sem essas medidas, o contribuinte não saberá onde litigar, como se defender nem como escriturar suas operações”, completa.

Sueny Almeida, do escritório Veloso de Melo Advogados, destaca que, com a aprovação do PLP 108, segundo projeto que regulamenta a reforma tributária, o governo precisa editar atos infralegais, como decretos, portarias e instruções normativas, para disciplinar aspectos práticos, como a emissão de notas fiscais, o formato das declarações, as regras de fiscalização e os sistemas tecnológicos de arrecadação e repasse.

Emissão de notas fiscais

Com relação ao sistema de emissão de notas fiscais, considerado a base para as operações da CBS e do IBS, advogados ouvidos pelo JOTA afirmam que o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) assegura que o sistema está tecnicamente pronto, mas ainda não houve confirmação formal da Receita Federal.

A partir de janeiro de 2026, as empresas já devem começar a emitir notas fiscais com o destaque do IBS e da CBS, com alíquotas teste. A reforma tributária define que, neste primeiro ano, a alíquota da CBS é de 0,9%, e do IBS é de 0,1%, sem a cobrança efetiva, porque os valores serão compensados com o PIS e a Cofins. Segundo especialistas, esse é o único sistema que não pode deixar de estar pronto, já que todas as demais operações dependem dele.

Split e Comitê Gestor

Outro ponto ainda indefinido no texto é como o split payment vai tratar as operações aduaneiras, que exigem mecanismos específicos de apuração e creditamento por envolverem entradas e saídas com alíquotas diferenciadas.

Segundo o advogado Eduardo Lucas, do Martinelli Advogados, o desafio é garantir que o sistema seja inteligente o suficiente para reconhecer automaticamente essas particularidades, sobretudo em operações de exportação. Para as realizadas pela Zona Franca de Manaus (ZFM), o PLP 108 já prevê um tratamento diferenciado para operações com valores distintos.

Também está pendente a eleição do Comitê Gestor do IBS e da CBS. Faltam as indicações dos representantes dos municípios, com a previsão de 14 integrantes pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e 13 pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP). Para isso, o PLP precisa ser sancionado para então permitir a indicação formal dos 27 membros, o que deve ocorrer até 31 de dezembro, segundo especialistas.

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Há possibilidade de atrasos na composição municipal, mas, conforme avalia Lucas, isso não comprometerá o cronograma, já que o primeiro comitê não lidará ainda com arrecadação efetiva, apenas com a operação inicial do sistema.

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Consultor JurídicoTRT-19 condena empresa por demitir empregada que usou tranças no trabalho​Sem autor

Se não há justificativas razoáveis, proporcionais e objetivas para vedar uso de tranças no ambiente de trabalho, a atitude tem cunho racista. Com essa tese, o juiz Emanuel Holanda Almeida, da 9ª Vara do Trabalho de Maceió (AL), condenou um correspondente bancário a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 15 mil a […]

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JOTA Jornalismo – FeedQuem é Jorge Messias, indicado por Lula para ser o próximo ministro do STF​Flávia Maia

Ao escolher Jorge Messias como o novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Lula não inovou. Mais uma vez priorizou a confiança e a lealdade como atributos centrais para a vaga —marca das indicações que têm feito em seu terceiro mandato como presidente da República quando indicou seu advogado, Cristiano Zanin, e o então ministro da Justiça, Flávio Dino

Após a Lava-Jato, o apelo por diversidade ou por nomes sugeridos por outros Poderes tornaram-se argumentos paralelos. Além da lealdade, pesou para a escolha de Messias a fé evangélica, que pode ajudar Lula em 2026 frente a um grupo que tem resistência ao seu nome. 

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Horas antes da indicação, Messias e Lula se encontraram no Palácio da Alvorada. Na trilha até o anúncio oficial, os dois ainda participaram de encontros estratégicos como com o Bispo Samuel Ferreira, da Igreja Assembleia de Deus Madureira. Também participaram dessa mesma reunião o deputado Cezinha Madureira (PSD-SP) e a ministra Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais, que publicou fotos do encontro em redes sociais. A partir dessa publicação, a escolha de Messias ficou mais evidente em Brasília. Ferreira apoiou Bolsonaro na eleição de 2022. 

Em nota, Messias diz ter recebido com honra a indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Com fé e humildade confiadas às senadoras e aos senadores da República, buscarei demonstrar o atendimento aos requisitos constitucionais necessários ao exercício desta elevada missão de Estado”, afirmou.

Messias é pernambucano, tem 45 anos e pertence à Igreja Batista. Seu nome está entre os preferidos de Lula desde a indicação de Flávio Dino ao Supremo. Mas na época acabou prevalecendo o nome de Dino —seria uma boa alternativa para manter o então ministro da Justiça longe dos nomes preferidos pela esquerda para a Presidência em 2026. 

Embora não fosse o preferido de uma ala dos ministros —que expressaram sua predileção pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) — Messias tem bom trânsito no Supremo. Como AGU, conseguiu circular bem nos gabinetes e conversar com ministros. Ele também foi uma voz importante ao condenar os ataques golpistas de 8 de janeiro e entrar com ações para pedir indenizações para reparar os danos aos prédios da Praça dos Três Poderes.

Messias também foi uma voz ativa a favor da soberania nacional frente às sanções de Donald Trump e chegou a oferecer apoio jurídico nos Estados Unidos a Alexandre de Moraes quando sancionado pela Magnitsky, no entanto, o ministro negou. 

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Por fim, a AGU contratou um escritório para defender o país contra o tarifaço imposto por Trump sob a justificativa de “caça às bruxas” da Justiça brasileira ao ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Além da lealdade, interlocutores próximos qualificam Messias como um “homem de diálogo”, com bom trânsito entre diversos segmentos e atores políticos e comprometido com a agenda democrática e socialmente inclusiva. Ainda defendem que ele não deve confundir o Messias religioso do jurista, nem argumentos jurídicos com dogmas. Mesmo assim, há uma preocupação na academia, entre advogados e na Corte de posturas mais conservadoras nos julgamentos de costumes.

Messias deve ser aprovado no Senado – a praxe é o presidente indicar um ministro para o STF com os votos necessários para a aprovação previamente contabilizados. São necessários 41 votos.

Quando aprovado como ministro do STF, Messias vai herdar cerca de 900 processos do acervo de Barroso — entre eles a ADPF 347, ação estrutural que acompanha o sistema prisional brasileiro, o piso da enfermagem na ADI 7222, a ADPF 635, que discutiu a letalidade policial, a competência da ANP para liberação de gasoduto (ADI 7862) e as ações da Lava-Jato. 

Embora tenha atuado em muitas causas no STF na função de advogado da União, ainda não está claro como Jorge Messias se portará em ações que ele participou. 

 A Corte tem jurisprudência afastando impedimento sobre atuação como AGU nas ações. Assim, fica a critério do magistrado votar ou não. André Mendonça, por exemplo, votou no Marco Temporal das Terras Indígenas mesmo tendo nos autos um parecer assinado por ele como AGU na gestão de Jair Bolsonaro. 

Dessa forma, Messias deve escolher se vai se posicionar em ações importantes do STF, como o IOF, desoneração da folha de pagamentos, pejotização, entre outros. 

Messias e o PT 

Procurador da Fazenda Nacional de carreira desde 2007, seu primeiro cargo político foi como Secretário de Regulação do Ministério da Educação, na gestão de Aloizio Mercadante. 

Mas foi como subchefe para Assuntos Jurídicos (SAJ) da Presidência no governo de Dilma Rousseff, em 2016, que o nome de Messias tomou conta do noticiário. À época, Messias ficou conhecido por ter o nome citado em uma conversa entre Lula e Dilma, na qual a qualidade do áudio fez seu nome ser ouvido como “Bessias”. A conversa foi grampeada no âmbito da Operação Lava Jato e divulgada pelo então juiz Sérgio Moro. Na conversa, Dilma dizia a Lula que Messias ia garantir a sua posse como ministro para evitar a prisão. Na ocasião, Gilmar Mendes acabou barrando a nomeação de Lula sob a justificativa de que a nomeação seria um desvio de finalidade. 

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A lealdade de Messias ao PT foi além desse episódio. Como advogado-geral da União, Messias deu aval jurídico para teses importantes para o governo Lula. Uma delas foi o ataque às fake news por meio da Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD), que gerou um mal-estar do governo com as big techs. 

Já no STF, Messias também defendeu uma responsabilização rígida às plataformas. Também foi Messias que esteve à frente do acordo firmado entre os Poderes para tentar conter a crise das emendas. 

Messias trouxe importantes vitórias ao governo Lula —muitas delas no campo fiscal. Como por exemplo, a reversão da Revisão da Vida Toda.  Embora ainda existam recursos, a União já contabiliza o impacto de R$ 500 bilhões a seu favor. Neste caso, os aposentados chegaram a vencer no próprio STF por meio de um recurso extraordinário e poderiam escolher a melhor forma de cálculo da aposentadoria. Meses depois, no julgamento de outra ação, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), o STF acolheu os argumentos da União e derrubou a Revisão da Vida Toda ao entender pela validade da lei que a instituiu. 

Outro julgamento de impacto fiscal foi a correção do FGTS, cujo impacto estimado era de R$ 543 bilhões. Neste caso, a articulação de Messias foi imprescindível na vitória —o advogado enumerou uma série de impactos econômicos e sociais em plenário, como o financiamento de obras privadas e públicas. 

Mas a cartada final foi a apresentação horas antes do julgamento de um acordo firmado entre o governo e as centrais sindicais para manter o mesmo índice de correção (Taxa Referencial + 3%), mas garantindo que a correção não fosse inferior à inflação. Pela proposta do relator, Luís Roberto Barroso, e que já tinha adesão de outros ministros, o FGTS deveria render como a poupança, uma perda parcial para a União.

Jorge Messias poderá permanecer no Supremo por até três décadas, já que a Constituição prevê aposentadoria compulsória aos 75 anos. Dessa forma, ele pode ficar na Corte até fevereiro de 2055, o que reforça a leitura de que a idade também foi um componente importante da escolha de Lula, pois  mantém por mais tempo na Suprema Corte um ministro alinhado com os valores da esquerda. 

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Consultor JurídicoFalhas na prestação de serviço em contas vinculadas ao Pasep geram judicialização em massa​Matusalém Duarte Nascimento

O Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), instituído pela Lei Complementar nº 8/1970, nasceu com a promessa de constituir um fundo progressivo em favor dos servidores públicos, civis e militares, da União, dos estados, do Distrito Federal, dos municípios e de suas entidades da administração indireta. A pedra angular do programa estava […]

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Consultor JurídicoOAB e autoridades comemoram indicação de Messias para o STF​Sem autor

O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Beto Simonetti, comemorou a indicação do Advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal. Simonetti afirmou, em comunicado oficial, que a escolha tem “significado especial para advocacia”, já que Messias é advogado de carreira. Messias já despontava como favorito […]

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Consultor JurídicoMinistros exaltam competência e cordialidade de Jorge Messias​Sem autor

A escolha do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga deixada aberta pelo ministro Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal foi muito bem recebida por magistrados da corte. Eles exaltaram não apenas as virtudes profissionais do escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas também seus elevados padrões éticos e sua […]

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