Advogado em Birigui | Servelatti & Sanchez Advogados

Advogado de família em atendimento a casal, orientando sobre divórcio, pensão alimentícia e inventário.
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O Advogado é Indispensável à Justiça | Advogado em Birigui-SP

O advogado é a ponte entre o cidadão e a Justiça. Previsto no artigo 133 da Constituição Federal
, o advogado é indispensável à administração da Justiça, atuando com ética, técnica e coragem na defesa de direitos.

Em Birigui-SP, o Escritório Servelatti & Sanchez Advogados é referência em atendimento jurídico de alto nível, com especialistas em:

Atuamos com transparência e valores justos. Honorários advocatícios são definidos com base na complexidade do caso e sempre pautados pela tabela da OAB. O barato pode sair caro: a ausência de excelência pode gerar prejuízos irreparáveis. Consulte também os sites oficiais do TJSPSTJSTF para conhecer melhor seus direitos.


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JOTA Jornalismo – FeedMinistério da Saúde aprova lista de 56 oncológicos na Rename​Jéssica Gotlib

O Ministério da Saúde aprovou, nesta quinta-feira (29/1), a inclusão de 56 medicamentos oncológicos na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). Do total, serão nove fármacos de compra centralizada em 15 apresentações, e 47 de compra descentralizada em 119 apresentações. Outros 23 produtos oncológicos já incorporados ao SUS, mas ainda não disponibilizados, devem ter acordo de distribuição definido até fevereiro. A minuta de portaria foi apresentada durante a reunião com gestores estaduais e municipais no Rio de Janeiro.

Com notícias da Anvisa e da ANS, o JOTA PRO Saúde entrega previsibilidade e transparência para empresas do setor

Dentre os medicamentos de compra centralizada que migram para a Atenção Especializada estão o Imatinibe, Nilotinibe e Rituximabe. A lista inclui também a Talidomida (do componente estratégico) e medicamentos para câncer de mama, como Trastuzumabe.

Já para a compra descentralizada, a seleção foi realizada após estudo técnico que comparou os valores de mercado com a tabela Autorização de Procedimento Ambulatorial (APAC). Foram excluídos os medicamentos pendentes de avaliação pela Conitec. A nova portaria estabelece que as listas serão atualizadas periodicamente conforme a inclusão de novas tecnologias.

Também foram mapeados os serviços habilitados em oncologia. Em todo o Brasil, são seis hospitais gerais com atendimento oncológico, 281 Unidades de Alta Complexidade em Oncologia (Unacons) e 48 Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacons). Quase 50% estão concentrados na região Sudeste.

Esta é a primeira portaria das 11 que devem regulamentar a assistência farmacêutica oncológica (AF-Onco) lançada em outubro do ano passado. As regras devem ser publicadas ainda nesta semana e preveem que as listas completas de medicamentos e serviços estejam disponíveis no site do Ministério da Saúde. Ainda não há data para publicação delas.

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Consultor JurídicoEmpregadora responde por racismo recreativo praticado por gerente​Sem autor

A 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou uma associação de permissionários de Campinas (SP) a pagar indenização por danos morais a um serralheiro vítima de ofensas racistas no ambiente de trabalho. Para o colegiado, as “brincadeiras” feitas pelo gerente da entidade configuraram “racismo recreativo”, com caráter humilhante e discriminatório, e foram toleradas institucionalmente […]

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Consultor JurídicoLimites constitucionais, contábeis e tributários da base de cálculo do ITCMD​Juarez Arnaldo Fernandes

As alterações promovidas pela Lei Complementar nº 227/2026, sobre o ITCMD, foram profundas, destacando-se, para os fins deste artigo, o artigo 154, inciso II, da LC 227/2026, que trouxe a previsão de que, na hipótese de quotas ou ações não negociadas em mercados organizados, a base de cálculo do impostos deverá corresponder, ao menos, ao […]

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Consultor JurídicoPrefeitura é condenada por acidente de moto que se enroscou em fiação​Eduardo Velozo Fuccia

A Prefeitura de Santos (SP) foi condenada a indenizar por danos materiais e morais um motociclista que caiu do seu veículo depois de se enroscar na fiação aérea sustentada por dois postes. Ela faz parte da rede de uma empresa de telecomunicações e estava abaixo da altura regulamentar, gerando riscos ao trânsito. Segundo o juízo […]

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Consultor JurídicoEdital pode ser retificado para incluir prova de títulos depois de fase objetiva​Sem autor

​A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu que é possível a retificação de edital de concurso público para a inclusão de prova de títulos, mesmo depois de o candidato ter feito as provas objetivas, a fim de adequá-lo à lei que regulamenta o cargo em disputa. A prova de títulos avalia a formação […]

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Consultor JurídicoFamília será indenizada por falha em atendimento por picada de cobra​Sem autor

A família de um lavrador será indenizada em razão de uma falha no atendimento médico ao trabalhador por conta de uma picada de cobra. A decisão é do 2º Núcleo de Justiça 4.0 — Cível Privado (2º Nucip 4.0), do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, e modificou sentença da Comarca de Tupaciguara (MG), aumentando […]

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Consultor JurídicoDisparada no volume de contestações faz Pix entrar em nova fase​Marlon Tseng

O Pix se consolidou, em poucos anos, como uma das maiores inovações do sistema financeiro global. Ao tornar os pagamentos instantâneos, acessíveis e amplamente adotados, o Brasil criou uma infraestrutura que hoje serve de referência internacional. No entanto, toda tecnologia que alcança escala sistêmica passa, inevitavelmente, por seu momento mais crítico: o teste da confiança. […]

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JOTA Jornalismo – FeedDiferentes vidas se cruzam em uma palavra: “narcoterrorismo”​Estúdio JOTA

Uma mãe, Nicolás Maduro e o custo de uma palavra

Tauã Brito tem 36 anos, vende sobremesas feitas artesanalmente e mora no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro.

Nicolás Maduro é venezuelano, foi motorista de ônibus e governante autoritário de seu país entre 2013 e este mês, quando foi capturado em uma missão militar dos Estados Unidos.

A vida dos dois se cruza em uma palavra: “narcoterrorismo”.

Isso porque o filho de Tauã, Wellington, foi morto na operação policial mais letal da história contra o “narcoterrorismo”, nas palavras do governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) em novembro. Enquanto isso, Maduro foi denunciado, nos EUA, também por “narcoterrorismo”.

🔴O que separa os dois cenários?

Na primeira edição da newsletter Economia Legal, destrinchamos o significado de narcoterrorismo, cuja presença tem aumentado nas manchetes. Mais do que isso, pensamos no seu custo: humano, econômico, político e geopolítico. 

Tauã é uma das brasileiras e brasileiros que pagam o preço humano. Primeiro, com o potencial desperdiçado do seu filho, que tinha 20 anos.

“Falsas promessas de dinheiro fácil e status podem seduzir nossos jovens, tirando-os de nós cedo demais”, diz Tauã, que começou, neste mês, um projeto para trazer cursos profissionalizantes gratuitos para a Penha.

Uma vez formados, os empreendedores também vão pagar pelo crime. O pequeno negócio de confeiteira de Tauã frequentemente fica parado por causa da violência na sua comunidade.

Os crimes violentos têm um impacto de até R$ 11,48 bilhões sobre a economia do estado do Rio de Janeiro, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Na cidade de São Paulo, o varejo gasta até R$ 200 bilhões, em gastos diretos e indiretos, para lidar com a insegurança pública, de acordo com estudo da FecomercioSP.

O futuro também já paga o preço com juros. Isabelly, filha de Tauã, tem sete anos e não vai à escola quando a situação fora de casa é muito perigosa.

Segundo estudo conduzido por pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), o aprendizado em língua portuguesa das crianças desses territórios cai para menos da metade e, em matemática, é como se os estudantes não tivessem aprendido nada.

É nesse cenário que “narcoterrorismo” ganha espaço no discurso de políticos ao redor do globo, servindo de arma para projetos de poder, e também no espaço jurídico, ao levantar questões sobre novas tipificações.

Mais sobre esses impactos econômicos e sociais você entende aqui, com reportagem de Victoria Lacerda. Carolina Unzelte é a editora convidada desta newsletter. Letícia Paiva faz a coordenação criativa do projeto Economia Legal.

Boa leitura!

Spotify Esta newsletter também está disponível em áudio. Ouça agora

Narcoterrorismo: por que o termo voltou ao debate — e o que ele (não) significa no Direito

De discussões sobre a Lei Antiterrorismo a pressões internacionais para que o Brasil classifique facções como organizações terroristas, o termo “narcoterrorismo” é muito mais um rótulo político do que uma designação legal. 

💭“As pessoas vão tentando cunhar esses termos para tentar dizer algumas coisas”, diz Melina Risso, diretora de Pesquisa do Instituto Igarapé.

Para ela, quando se adiciona “narco” a uma expressão, o objetivo é chamar atenção para o universo das drogas e para a forma como ele estrutura organizações, fluxos financeiros e alianças.

É o que acontece também com “narcoestado”, usado para caracterizar um Estado que “ou protege, ou está muito envolvido” com práticas ligadas ao tráfico — discussão que aparece com frequência em relação à Venezuela.

A repórter Victoria Lacerda explica o que muda quando o Estado classifica o crime como terrorismo. Assista!

Mas quando falamos de terrorismo, no direito e na política internacional, falamos de um arcabouço jurídico próprio. Esse regime não se baseia em uma definição única e universal, mas em um conjunto de resoluções do Conselho de Segurança da ONU.

💵Na prática, isso significa que o enquadramento como terrorismo passa a afetar o sistema financeiro, empresas, bancos, política externa e soberania, extrapolando a lógica tradicional da segurança pública.


E o Brasil?

🔫Evandro Cruz Silva, pesquisador de pós-doutorado da Unicamp, propõe cuidado ao olhar para a realidade brasileira. Para ele, o crime organizado no país é violento e poderoso, mas a noção clássica de terrorismo “nunca pegou” porque facções, em regra, não operam pela lógica de atentados indiscriminados típicos de cenários como o do México. Isso não significa minimizar a violência, mas distinguir lógica e finalidade.

Isso porque há um componente central de disputa política na escolha do termo. A cientista política Luciana Santana, professora da Universidade Federal de Alagoas, diz que:

“Quando se chama tudo de terrorismo, cria-se um ambiente em que qualquer medida passa a parecer aceitável, inclusive a restrição de direitos e a ampliação irrestrita do poder punitivo do Estado. O terrorismo é uma categoria excepcional no direito e na política”.

▶️Leia a reportagem completa de Victoria Lacerda.


NOS TRÊS PODERES

Como Executivo, Legislativo e Judiciário reagem

‼️Se “narcoterrorismo” é um termo em disputa no discurso público, no Estado brasileiro a controvérsia é ainda mais concreta.

Hoje, o Brasil não reconhece o narcoterrorismo como categoria jurídica própria, e o governo federal tem resistido explicitamente a rotular facções como terroristas.

Já no debate legislativo, o termo aparece com mais frequência. Segundo levantamento do JOTA, há cinco projetos de lei que propõem algum tipo de tipificação de “narcoterrorismo” no Congresso. Além disso, há um pedido nesse sentido na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional.

No Judiciário, a moldura aplicada segue sendo a de organização criminosa.

▶️Saiba mais na reportagem de Victoria Lacerda


RADAR

O que acompanhar nesta quinzena

  • Um novo reinado 🧾 Fevereiro vai marcar o primeiro mês completo de Wellington César Lima e Silva no comando do Ministério de Justiça e Segurança Pública.
  • Ele terá o desafio de avançar com as pautas de seu antecessor, Ricardo Lewandowski, no Congresso, em especial a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública e o PL antifacção, com prioridade ainda maior com a proximidade da eleição e a segurança pública como preocupação principal dos eleitores.
  • O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), havia indicado que poderia pôr o pacote da PEC e PL em votação na volta do recesso. 
  • Para onde vai o Master. 🏦Enquanto a investigação acerca do escândalo do Banco Master corre sob a batuta de Dias Toffoli no Supremo Tribunal Federal (STF), parlamentares querem também participar.
  • O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da comissão parlamentar de inquérito (CPI) do Crime Organizado, disse que vai apresentar pedidos de quebra de sigilo de empresas ligadas aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli para identificar possíveis movimentações ligadas ao banco de Daniel Vorcaro.
  • Trabalho em equipe 🤝 Pedro Maia, presidente do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), afirmou em entrevista ao Poder360, que MPs planejam duas operações conjuntas contra o crime organizado para 2026.
  • A integração entre órgãos vem ganhando força nas estratégias de combate ao crime desde a Operação Carbono Oculto, no ano passado, que mobilizou desde a Receita Federal até Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), passando pelas polícias.

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Consultor JurídicoMudança em incentivos fiscais viola direito adquirido e enfraquece lucro presumido​Sheyla Santos

A mudança na política de incentivos fiscais, prevista na Lei Complementar 224/2025, que regulamenta a reforma tributária, enfraquece o regime tributário do lucro presumido e viola direitos adquiridos, na avaliação de tributaristas entrevistados pela revista eletrônica Consultor Jurídico. Hoje, cerca de 1,5 milhão de empresas são adeptas a este modelo. O lucro presumido é um […]

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Consultor JurídicoSupremo nega pedido de suspensão da renovação automática de CNH​Sem autor

Por falta de legitimidade da parte autora, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou sem análise de mérito a ação direta de inconstitucionalidade que questionava a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de motoristas que não tenham recebido multas de trânsito nos 12 meses anteriores. A ação foi proposta pela Associação […]

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