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O Advogado é Indispensável à Justiça | Advogado em Birigui-SP

O advogado é a ponte entre o cidadão e a Justiça. Previsto no artigo 133 da Constituição Federal
, o advogado é indispensável à administração da Justiça, atuando com ética, técnica e coragem na defesa de direitos.

Em Birigui-SP, o Escritório Servelatti & Sanchez Advogados é referência em atendimento jurídico de alto nível, com especialistas em:

Atuamos com transparência e valores justos. Honorários advocatícios são definidos com base na complexidade do caso e sempre pautados pela tabela da OAB. O barato pode sair caro: a ausência de excelência pode gerar prejuízos irreparáveis. Consulte também os sites oficiais do TJSPSTJSTF para conhecer melhor seus direitos.


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Consultor JurídicoSTF suspende julgamento sobre proibição de máscaras em manifestações​Karla Gamba

O Supremo Tribunal Federal suspendeu o julgamento da ação que discute a constitucionalidade de Lei 6.528/2013, do estado do Rio de Janeiro, que proíbe o uso de máscaras em protestos. O julgamento, que trata de regras para atos públicos, acontecia no Plenário virtual da corte e foi interrompido nesta sexta-feira (19/12) por um pedido de […]

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Consultor JurídicoTRT-3 vê valor afetivo e afasta penhora de piano de idosa centenária​Sem autor

A 7ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG), em decisão unânime, deram provimento ao recurso de uma devedora trabalhista para desconstituir a penhora recaída sobre um piano, modificando a decisão oriunda do juízo da Vara do Trabalho de Cataguases (MG). Ao examinar o caso, o desembargador relator Fernando Rios Neto explicou […]

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Consultor JurídicoDa proteção à suspeita: o desvio institucional contra a advocacia​Ariel Weber

O papel do advogado em uma sociedade que, há anos, normaliza a fragilização das bases que sustentam a defesa pede uma reflexão. Não se trata de desabafo corporativista; é um diagnóstico. A advocacia tem perdido legitimidade diante das mesmas instituições que só funcionam porque existe defesa. A Constituição afirma que a advocacia é função essencial […]

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Consultor JurídicoUniversidade deve garantir adaptações para avaliação de aluno com TDAH​Sem autor

A juíza Renata Facchini Miozzo, da Comarca de Rio Verde, do Tribunal de Justiça de Goiás, concedeu liminar a um estudante de Medicina, portador de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), para determinar que a universidade lhe conceda tempo adicional mínimo de uma hora — ou o equivalente a 33% do tempo total, […]

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JOTA Jornalismo – FeedFachin promete debater em 2026 código de conduta no STF e ‘atuação firme’ por autonomia​Lucas Mendes

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, disse nesta sexta-feira (19/12) que a Corte terá um “encontro marcado” em 2026 com o debate sobre um código de conduta para atuação dos seus integrantes.

Conforme Fachin, a discussão envolverá “diretrizes e normas de conduta” para os magistrados de todo o Judiciário, dos tribunais superiores e do STF. A proposta ainda está “em gestação”, segundo o ministro.

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“Não poderia, nessa direção, deixar de fazer referência à proposta, ainda em gestação, de um conjunto de diretrizes éticas para a magistratura. Considerando o corpo expressivo que vem espontaneamente tomando o tema no debate público, dirijo-me à eminente ministra e aos eminentes ministros, e, também, à sociedade brasileira, para dizer que o diálogo será o compasso desse debate”, afirmou, em sessão de encerramento do ano judiciário.

Em um contexto de decisões conflitantes entre os poderes e animosidades em relação a julgamentos da Corte e a discussão de temas no Congresso, Fachin também prometeu para o próximo ano uma “atuação firme do tribunal para garantir a independência e a autonomia do Poder Judiciário”.

Para Fachin, as cortes constitucionais, como é o caso do Supremo, devem decidir “com base no Direito, e não em expectativas circunstanciais ou pressões externas”.

“Não fomos eleitos pelo voto popular, mas somos o Poder incumbido, pela Constituição, de guardá-la e de assegurar sua supremacia. Essa missão exige serenidade, diálogo republicano e compromisso com o sistema de freios e contrapesos, sem o qual a democracia constitucional se enfraquece”, declarou.

De acordo com Fachin, cabe ao Judiciário “exercer sua função contramajoritária com prudência, autocontenção e respeito às competências dos demais Poderes”.

Outro tema que deverá estar presente em 2026 é o do aprofundamento da colegialidade, com julgamentos no STF sendo definidos de forma conjunta pelo plenário. O método é conhecido como “per curiam”.

Fachin disse que o Brasil “precisa de paz” e que o Judiciário tem o dever de “semear paz”, mas sem ignorar o dissenso, “que é elemento vital da democracia”.

“Divergências fundamentadas enriquecem o trabalho jurisdicional, aperfeiçoam a técnica e reforçam a legitimidade das decisões. O diálogo qualificado é instrumento de maturidade republicana”, declarou.

O presidente do STF ainda destacou que a Corte atuará pelos direitos humanos e fundamentais e no compromisso com a segurança jurídica e a transparência. O ministro citou, também, ações para o sistema prisional e combate ao racismo.

No discurso, Fachin também fez um balanço da atividade do STF em 2025. Foram dadas 116.170 decisões no ano, 80% delas de forma individual. Em relação a 2024, houve aumento de 5,5% no número de decisões colegiadas.

O acervo da Corte tem hoje 20.315 processos em tramitação – uma redução de 2,1% em relação ao estoque do final do ano passado. Trata-se do menor acervo dos últimos 31 anos no Supremo.

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Decano da Corte, o ministro Gilmar Mendes destacou a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e dos responsáveis por tentar um golpe de Estado no país. Segundo Gilmar, foi “um dos feitos mais notáveis da história do STF”.

“A condenação de centenas de réus, incluindo ex-chefes de Estado e colaboradores diversos a penas severas pelos crimes de abolição, golpe reafirma que não há espaço no nosso país para violência política ou para ruptura da legalidade”, afirmou.

Gilmar também disse que eventuais impasses e divergências entre os poderes “são não apenas normais”, mas “constitutivos de uma democracia”.

“Não devemos nos iludir, prezados colegas, de que teremos em 2026 – ano eleitoral – um ano fácil. Mas não queremos um ano fácil. O que queremos – e teremos – são a força e a firmeza necessárias para, enfrentando todos os desafios que se apresentarem, garantirmos um ano pacífico e feliz para o povo brasileiro”, declarou o decano.

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Consultor JurídicoEscola deve pagar pensão vitalícia a estudante que perdeu visão em acidente, diz STJ​Sem autor

A limitação ou a perda da capacidade de trabalho futura deve ser presumida quando o dano se verifica em idade escolar. Nesses casos, é cabível a pensão vitalícia. Com esse entendimento, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça reformou um acórdão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal que decidiu que uma escola particular […]

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Consultor JurídicoExigência de certificação de qualidade para fins de habilitação de licitante​Guilherme Carvalho

É indene de dúvidas que o nosso constituinte se preocupou com a temática das contratações públicas, inserindo, no inciso XXI do artigo 37 da Constituição, diretriz no sentido de que, “ressalvados os casos especificados na legislação, as obras, serviços, compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública (…), o qual somente permitirá as […]

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Consultor JurídicoPL da Dosimetria viola impessoalidade e usurpa função do Judiciário, dizem especialistas​Rafael Neves

Aprovado pelo Congresso na última quarta-feira (17/12), o chamado Projeto de Lei da Dosimetria (PL 2162/2023) viola o princípio da impessoalidade e invade a competência do Poder Judiciário, segundo os especialistas em Direito Penal e Constitucional ouvidos pela revista eletrônica Consultor Jurídico. O texto, que ainda depende de sanção presidencial, altera trechos do Código Penal […]

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JOTA Jornalismo – FeedBets: Fux suspende bloqueio de contas ativas de beneficiários do Bolsa Família​Lucas Mendes

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta sexta-feira (19/12) a obrigação para que operadores de apostas e bets bloqueiem e encerrem as contas já ativas de beneficiários de programas sociais.

O ministro manteve a proibição para novos cadastros ou abertura de contas para quem recebe benefícios assistenciais. As restrições constam em normas editadas pelo Ministério da Fazenda em setembro e outubro.

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A decisão de Fux vale até a realização de uma audiência de conciliação para discutir o uso das bets por beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família. O ministro antecipou a reunião para 10 de fevereiro. Antes, estava marcada para março.

A determinação do ministro atende em parte um pedido feito pela Associação Nacional de Jogos e Loterias, que representa os operadores de jogos e apostas.

Em sua decisão, Fux cita a “iminência do recesso forense”, que começa a partir de sábado (20/12) e o “risco de irreversibilidade” dos atos determinados pelas normas do Ministério da Fazenda.

A audiência sobre o uso de bets por beneficiários de programas sociais terá a participação do governo e de entidades do setor privado, como a Confederação Nacional do Comercio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e a Associação Brasileira de Liberdade Econômica (ABLE).

A discussão é sobre a validade da proibição desse grupo de pessoas em participar das bets.

Em novembro de 2024, o plenário do STF confirmou uma liminar de Fux que determinou medidas para impedir o uso de bets com recursos provenientes de programas sociais e assistenciais, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada.

Para regular o teor dessa decisão, o governo editou a Portaria SPA/MF 2.217/2025 e as Instruções Normativas SPA/MF 22/2025 e 24/2025, que impedem o uso das apostas por beneficiários dos programas.

A ABLE acionou o Supremo contestando as normas, afirmando que elas extrapolam a determinação da Corte. O argumento é que as pessoas podem ter outras rendas, além das dos benefícios, e usar a quantia para as apostas.

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Consultor JurídicoCaminhar em área de conflito não justifica abordagem policial, diz STJ​Danilo Vital

O ato de caminhar em uma área com registros recentes de disputa entre grupos criminosos rivais não justifica a abordagem policial sem fundadas razões. Com esse entendimento, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça concedeu Habeas Corpus para absolver um homem que fora condenado por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. […]

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