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O Advogado é Indispensável à Justiça | Advogado em Birigui-SP

O advogado é a ponte entre o cidadão e a Justiça. Previsto no artigo 133 da Constituição Federal
, o advogado é indispensável à administração da Justiça, atuando com ética, técnica e coragem na defesa de direitos.

Em Birigui-SP, o Escritório Servelatti & Sanchez Advogados é referência em atendimento jurídico de alto nível, com especialistas em:

Atuamos com transparência e valores justos. Honorários advocatícios são definidos com base na complexidade do caso e sempre pautados pela tabela da OAB. O barato pode sair caro: a ausência de excelência pode gerar prejuízos irreparáveis. Consulte também os sites oficiais do TJSPSTJSTF para conhecer melhor seus direitos.


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Consultor JurídicoTJ-DF valida lei que estabeleceu limite de refeições em restaurantes comunitários​Sem autor

O Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal decidiu manter a validade da Lei Distrital 7.696/2025, que estabelece limite para a quantidade de refeições vendidas para cada usuário nos restaurantes comunitários. A decisão foi unânime. Segundo a norma, as pessoas cadastradas no Cadastro Único podem retirar, em uma única ida, até quatro refeições, por […]

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Consultor JurídicoO problema dos mercados de predição e breves comentários à Resolução CMN 5.298 de 2026​Pietro Cardia Lorenzoni

A expansão global dos chamados mercados de predição (prediction markets) — cujas maiores expressões são as plataformas Kalshi e Polymarket — impõe ao Direito brasileiro um problema que já não pode ser ignorado. Essas plataformas, sediadas no exterior e operadas a partir de estruturas societárias offshore, exploram atividades comerciais direcionadas ao público brasileiro sem cumprir […]

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Consultor JurídicoJuiz garante pagamento em dobro por trabalho em feriados a caminhoneiro​Sem autor

O juízo da Vara do Trabalho de Nanuque (MG) reconheceu o direito de um caminhoneiro ao recebimento em dobro pelo trabalho prestado durante feriados. A decisão foi proferida pelo juiz Nelson Henrique Rezende Pereira. O profissional ajuizou reclamação trabalhista informando que foi admitido em junho de 2020 para atuar como motorista de carreta. Segundo relatou, […]

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Consultor JurídicoImpenhorabilidade exige prova de que bem é indispensável, decide TJ-SC​Sem autor

A 1ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina decidiu limitar a penhora de animais em uma pequena propriedade rural, de modo a preservar parte do rebanho necessário à subsistência dos devedores. O colegiado deu provimento parcial a agravo de instrumento para impedir a constrição sobre metade dos semoventes. A tese fixada no […]

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Consultor JurídicoVedação a propaganda eleitoral em site de empresa vale para MEI, diz TSE​Danilo Vital

Para fins eleitorais, o microempreendedor individual (MEI) equipara-se à sociedade empresária por exercer atividade econômica com fins lucrativos. Dessa forma, a proibição legal à veiculação de propaganda eleitoral em sites de pessoas jurídicas também inclui a MEI. A conclusão é do Tribunal Superior Eleitoral, que negou provimento ao recurso contra a aplicação de multa de […]

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Consultor JurídicoMãe de criança autista ganha redução de jornada sem queda salarial​Sem autor

A 7ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) decidiu, por unanimidade, garantir a redução de 50% da jornada de trabalho de uma empregada dos Correios sem necessidade de compensação ou prejuízo salarial, para que ela possa acompanhar o tratamento do filho diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A decisão, de […]

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JOTA Jornalismo – FeedA democracia é um direito humano?​Rodrigo da Costa Sales

A democracia é apenas um meio para garantir direitos humanos ou também é, ela própria, um direito protegido pelo direito internacional? Essa é a pergunta que a Guatemala levou à Corte Interamericana de Direitos Humanos, em 2024, por meio de um pedido de Opinião Consultiva, que pode ter consequências importantes para o futuro institucional de toda a região.

Em março, o Brasil sediou, no Supremo Tribunal Federal, em Brasília, as audiências públicas sobre esse pedido. As discussões mostraram falta de consenso. Entre os Estados presentes, apenas um sustentou que a Corte não deveria analisar o pedido, sob o argumento de que a democracia não estaria em sua competência. Brasil, Paraguai, Uruguai e México reconheceram o vínculo entre democracia e direitos humanos, mas não como um direito autônomo.

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A iniciativa da Guatemala não surgiu no vazio. O próprio Procurador- Geral da República guatemalteco mencionou em seu discurso na abertura das audiências, que o seu país conhece, talvez como poucos na região, o custo da fragilidade institucional e da instrumentalização do sistema de justiça.

Nos últimos anos, organismos internacionais alertaram para riscos à independência institucional da Guatemala e ao uso do sistema penal e judicial em contextos politicamente sensíveis, inclusive eleitorais. Em 2015, a revelação de uma rede de corrupção com altos funcionários do governo evidenciou a vulnerabilidade das instituições democráticas e como a captura do Estado pode comprometer a democracia e a garantia de direitos.

A distinção colocada pela Guatemala diante da Corte não é apenas teórica. Se a democracia for considerada apenas um meio para garantir direitos humanos, ela continuará sendo um princípio político e institucional que orienta a proteção de outros direitos, como liberdade de expressão, direitos políticos e independência judicial.

No entanto, se reconhecida como direito protegido pelo direito internacional dos direitos humanos, os Estados terão obrigações jurídicas específicas de proteger a ordem democrática e suas instituições, e o enfraquecimento deliberado destas poderá constituir uma violação de direitos humanos. Trata-se de saber se a democracia é apenas um princípio ou se constitui uma obrigação jurídica internacional.

Durante os debates nas audiências públicas em Brasília, foi lembrada a frase do ex-presidente argentino Raúl Alfonsín, pronunciada durante a redemocratização: “Com a democracia se come, se cura e se educa”. A declaração continua atual porque lembra algo essencial: a democracia não é apenas um sistema eleitoral ou um mecanismo para escolher governantes, mas a condição que permite que direitos existam na prática. Sem democracia, os direitos humanos se tornam promessas, leis sem aplicação e instituições sem legitimidade.

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Uma Opinião Consultiva da Corte Interamericana pode orientar os Estados a proteger instituições democráticas, garantir eleições livres e justas, assegurar a independência judicial, proteger a liberdade de expressão e a participação política, incluindo a promoção da igualdade e paridade na representação política, e evitar o uso do Estado para perseguir opositores ou restringir o espaço cívico.

Em um contexto regional de erosão democrática gradual e de crescente polarização política, essa tarefa representa um enorme desafio para a própria Corte Interamericana, que terá de definir parâmetros jurídicos sobre democracia em um cenário político complexo e em constante transformação.

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Consultor JurídicoPreclusão do direito ao reequilíbrio econômico-financeiro: risco real que reclama postura ativa​Bernardo Strobel Guimarães

A positivação, pela Lei nº 14.133/2021 [1], da tese da preclusão lógica do direito ao reequilíbrio econômico-financeiro impôs ao cenário das contratações públicas um alerta que muitos contratados ainda não internalizaram plenamente: o direito ao reequilíbrio econômico-financeiro do contrato pode se perder não porque não há desequilíbrio, mas porque o pleito foi apresentado intempestivamente.. O […]

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Consultor JurídicoTJ-MG manda fornecer canabidiol a criança com microcefalia e epilepsia​Sem autor

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais confirmou sentença da Comarca de Três Pontas (MG) que determinou o fornecimento de canabidiol para tratamento de uma criança com microcefalia e epilepsia refratária. O medicamento deve ser custeado solidariamente pelo estado de Minas Gerais e pelo município. Na ação, o pai da criança […]

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Consultor JurídicoInscrição na OAB é indispensável para advogados públicos, decide STF​Karla Gamba

A inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil, nos termos do Estatuto da Advocacia e da OAB (Lei 8.906/94), é indispensável aos advogados públicos. Esse entendimento foi fixado pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal na sessão desta quinta-feira (30/4) e tem repercussão geral. Ainda segundo a decisão, esses profissionais ficarão submetidos aos regimes disciplinares próprios […]

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