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O Advogado é Indispensável à Justiça | Advogado em Birigui-SP

O advogado é a ponte entre o cidadão e a Justiça. Previsto no artigo 133 da Constituição Federal
, o advogado é indispensável à administração da Justiça, atuando com ética, técnica e coragem na defesa de direitos.

Em Birigui-SP, o Escritório Servelatti & Sanchez Advogados é referência em atendimento jurídico de alto nível, com especialistas em:

Atuamos com transparência e valores justos. Honorários advocatícios são definidos com base na complexidade do caso e sempre pautados pela tabela da OAB. O barato pode sair caro: a ausência de excelência pode gerar prejuízos irreparáveis. Consulte também os sites oficiais do TJSPSTJSTF para conhecer melhor seus direitos.


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Consultor JurídicoNatureza jurídica do prazo para conclusão do inquérito civil em matéria de improbidade​Landolfo Andrade

No mesmo dispositivo em que a Lei de Improbidade Administrativa (Lei 8.429/1992) disciplina o regime prescricional, a Lei 14.230/2021 inovou ao fixar prazos para a conclusão das investigações no inquérito civil, bem como para a propositura da ação de improbidade administrativa pelo Ministério Público. Veja-se: “Art. 23. (…) §2º O inquérito civil para apuração do […]

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JOTA Jornalismo – FeedMotta quer protagonismo da Câmara com fim da escala 6×1 em ano eleitoral​Marianna Holanda

O anúncio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), nesta segunda-feira (9), de que decidiu avançar com a PEC do fim da escala 6×1, dá à Casa uma oportunidade de fugir do mote “Congresso inimigo do povo” na eleição. O tema tem adesão na sociedade e não enfrenta resistência da oposição.

Dando seguimento às propostas que já estão na Casa, puxando para si a condução dos debates, Motta mostra que não quer deixar o protagonismo de uma pauta tão popular para o governo. Quer fazer da aprovação — ou, ao menos, do avanço da discussão — da proposta uma vitória do Congresso.

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O fim da escala 6×1 é uma das prioridades da campanha de reeleição de Lula. Apesar dos textos (inclusive de aliados) que já tramitam na Casa sobre isso, o governo estava gestando uma nova proposta.

A ministra Gleisi Hoffmann, da articulação política, não foi avisada da decisão de Motta. Mas interlocutores correram para dizer que ela estava feliz com a iniciativa, porque fica demonstrado que o Congresso quer mesmo tratar disso. 

Auxiliares palacianos dizem, contudo, que não está definido se o governo desistirá de mandar sua própria proposta. Todo mundo quer poder chamá-la de sua em outubro.

Uma alternativa seria encaminhar o projeto e ele ser apensado às PECs que já tratam do tema. Motta anunciou o envio de uma delas para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas já há outra proposta lá — elas serão juntadas. O fato é que ele quer avançar.

Está no Senado hoje a PEC mais avançada sobre o tema. No fim do ano passado, a CCJ aprovou a proposta de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que está pronta para ir a plenário. Não houve sinalização, contudo, que ela deva ser votada, até o momento. A discussão está mais fria no Salão Azul.

Auxiliares do petista acreditavam que já haveria neste ano discussão da proposta, mas não que ela fosse votada ainda neste ano. O tema é delicado, enfrenta resistência de setores do empresariado e há outras prioridades na fila.

Além disso, propostas de emenda à Constituição têm tramitação mais lenta e precisam de mais votos. Mas a possibilidade de chegar à eleição com a medida aprovada ganha fôlego, diante do movimento do presidente da Câmara.

Assim, Motta pode chegar à campanha no seu estado com uma medida muito popular para chamar de sua.

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Consultor JurídicoJuiz manda impedir abertura de contas com dados de advogado vítima de golpe​Sem autor

A comprovação de que criminosos usam dados de advogados para aplicar um golpe, somada ao evidente perigo de dano pela reiteração da fraude, autoriza a concessão de tutela de urgência para impedir a habilitação de novas linhas telefônicas e perfis em redes sociais em nome das vítimas. Com esse entendimento, o juiz Eduardo Soares de […]

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Consultor JurídicoSTJ pode enquadrar temor reverencial como segredo de Justiça​Ricardo Rodolfo Rios Bezerra

A retomada dos julgamentos pelo Superior Tribunal de Justiça, no âmbito da 3ª Seção, reacende um debate sensível no Direito Penal contemporâneo: a possibilidade de enquadrar situações de temor reverencial, como hipótese de estupro de vulnerável, nos termos do artigo 217-A do Código Penal (processo em segredo de justiça). A discussão ganha especial relevo diante […]

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Consultor JurídicoIndústria é condenada a instalar filtros antipoluentes em fornos de queima​Sem autor

A 1ª Câmara Reservada ao Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão da Vara Única de Cordeirópolis (SP) que determinou que uma indústria de cerâmica instale e mantenha em funcionamento filtros antipoluentes nos fornos de monoqueima de argila, de acordo com a melhor tecnologia disponível para controle de emissões gasosas […]

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Consultor JurídicoNotificação enviada a endereço errado anula processo trabalhista​Sem autor

Embora a citação na Justiça do Trabalho não exija pessoalidade, a validade do ato depende da entrega no endereço correto da reclamada. O envio da notificação a local onde a empresa não está estabelecida viola o contraditório e impõe a anulação dos atos processuais subsequentes. Com essa fundamentação, a 2ª Turma do Tribunal Regional do […]

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Consultor JurídicoQueiroz Cavalcanti Advocacia reforça atendimento em São Paulo​Sem autor

Com o objetivo de intensificar sua atuação na capital paulista, o Queiroz Cavalcanti Advocacia (QCA) implementa mudanças estratégicas em sua unidade de São Paulo, consolidando sua posição como um dos escritórios de advocacia mais relevantes do Brasil. Fundado em Recife, o escritório forma uma rede integrada com unidades em São Paulo, Salvador, João Pessoa, Fortaleza, […]

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Consultor JurídicoAumento da tributação do lucro presumido é discriminatório​André Elali

O sistema tributário brasileiro vem sendo alterado nos últimos anos, com destaque para os novos tributos sobre o consumo, a adoção de metodologias e de princípios específicos e mudanças na tributação da renda. Freepik Também se verificou, recentemente, com a edição da Lei Complementar nº 224, de 2025, uma ampliação da tributação de empresas que […]

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Consultor JurídicoEntrada em domicílio sem autorização judicial requer que ação seja urgente​Danilo Vital

Apenas será permitida a invasão de domicílio por policiais em situações de urgência quando se concluir que a demora para a obtenção do mandado judicial pode resultar em destruição ou ocultação da prova. Com esse entendimento, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça concedeu a ordem em Habeas Corpus para absolver uma mulher da […]

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JOTA Jornalismo – FeedAcordo Mercosul-UE dá continuidade a caráter colonial agroexportador brasileiro​Raul Galhardi

Já dizia o saudoso Millôr Fernandes que “o Brasil tem um passado enorme pela frente” e, infelizmente, essa frase continua atual. Após 26 anos de negociações, o Mercosul, bloco econômico formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, assinou em 17 de janeiro o acordo comercial com a União Europeia que promete criar a maior zona de livre comércio do mundo, integrando cerca de 720 milhões de pessoas e somando um PIB de US$ 22 trilhões.

Nesta última semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou e despachou ao Congresso Nacional o acordo comercial que prevê que o Mercosul eliminará tarifas sobre 91% das exportações da UE ao longo de um período de 15 anos. Já os europeus eliminarão progressivamente as tarifas sobre 92% das exportações do Mercosul num período de até dez anos.

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O acordo reafirma a maldição histórica do Brasil que o transforma em um “fazendão” e “buracão” do mundo, restringindo-se a ser um eterno exportador de produtos primários oriundos do agronegócio e da mineração. O compromisso assinado amplia as trocas desiguais e a regressão da economia brasileira com as exportações brasileiras do agronegócio se beneficiando, enquanto bens de capital, como máquinas, equipamentos industriais, produtos químicos e autopeças terão as suas tarifas zeradas progressivamente, afetando setores que historicamente concentram mais tecnologia e altos salários.

Com esse acordo, será promovida a destruição gradual da indústria nacional, já cambaleante, pois importar passará a ser mais barato e menos arriscado do que produzir localmente, o que frustrará o programa Nova Indústria Brasil e poderá comprometer a soberania nacional. Além disso, estudo do IPEA mostra que o acordo trará um crescimento pífio de 0,45% ao PIB brasileiro até 2040.

“O acordo é um acordo de tipo neoliberal, ou até neocolonial. Ajuda a cristalizar a situação em que o Brasil exporta produtos primários para a União Europeia e importa produtos industrializados. O acordo é anti-industrial para o Brasil. Abre o mercado brasileiro em etapas, até a liberação completa em termos tarifários às corporações europeias, principalmente alemãs, que são estruturalmente muito mais competitivas que nossas indústrias”, afirmou o economista Paulo Nogueira Batista Jr, ex-vice-presidente do banco dos Brics e ex-diretor-executivo do FMI representando o Brasil e outros dez países, em entrevista ao jornal Brasil de Fato.

Outro ponto preocupante do acordo diz respeito aos serviços e compras governamentais. De forma inédita, ele prevê que empresas europeias poderão disputar grandes licitações no Brasil em igualdade de condições com fornecedores brasileiros. Dessa maneira, o Estado brasileiro perde margem para exigir conteúdo local, transferência de tecnologia ou fortalecer a indústria nacional.

“É um acordo desindustrializante e, além disso, limita a margem de manobra em áreas outras, como contas governamentais, tributações de exportações críticas. É um acordo que não deveria ter sido concluído, pois partiu de um ponto de vista muito ruim, negociado pelo governo Bolsonaro. O governo Lula conseguiu fazer alguns ajustes pontuais, mas não mudou a essência neoliberal e neocolonial”, complementa Nogueira.

No campo ambiental, as exigências dos países europeus à nossa agricultura aumentarão custos. Isso favorecerá os grandes grupos nacionais, que conseguirão cumpri-las, mas deixará de fora pequenos produtores, criando uma tendência de aumento da concentração de terra e capital no Brasil.

Outro exemplo desfavorável ao Brasil está na propriedade intelectual. O texto cria exclusividade de dados para medicamentos e agroquímicos. Isso significa que, mesmo com a patente vencida, genéricos poderão ser barrados por anos, o que em outros países elevou os gastos públicos com saúde. No Brasil, o impacto recairá diretamente sobre o SUS.

Ainda em 2014, o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, então alto-representante geral do Mercosul, defendia uma posição categoricamente contrária à assinatura do acordo. Em entrevista à época, o embaixador afirmava que o acordo “seria uma desgraça” e que o Brasil deveria aprender com a história e entender que nenhum país desenvolvido chegou a essa condição por meio da adoção do livre comércio.

Com a posse de Lula em 2023, ao que tudo indica, o governo de alguma forma enxergou na parceria Mercosul-UE uma forma de capitalizar ganhos políticos na área das relações internacionais. Ao invés de defender a tramitação mais lenta do acordo de forma a resolver os pontos desfavoráveis ao Brasil, conforme feito em gestões petistas anteriores, a nova gestão foi na direção contrária passando a acelerar o ritmo das tratativas no interior do Mercosul e deste bloco com a UE aliando-se, nesse sentido, com o presidente argentino de extrema direita ultraliberal, Javier Milei.

Além disso, desde o seu início, o governo Lula tem incentivado a reprimarização da economia brasileira garantindo valores recordes ao agronegócio por meio do Plano Safra, que, na sua edição 2025/2026, estabeleceu a quantia de R$ 516,2 bilhões destinados à agricultura empresarial.

A expansão da atividade agropecuária no Brasil contribuirá com o aumento da emissão de gases de efeito estufa, estimulando a expansão da fronteira agrícola e o aumento de áreas para pecuária, vetores do desmatamento. É preciso lembrar que há pouco tempo o país sofreu com uma epidemia de queimadas geradas pelo agronegócio.

Além disso, com o incentivo ao agro também é esperada a ampliação do uso de agrotóxicos e o crescimento da bancada ruralista no Congresso, historicamente uma das mais retrógradas e reacionárias e até mesmo inimiga do próprio campo de esquerda ao qual Lula teoricamente faz parte. Ou seja, Lula e o PT alimentam o monstro que engolirá a eles e ao país.

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A ironia histórica não poderia ser mais evidente: a reprimarização da economia brasileira está sendo conduzida por um partido que se diz dos trabalhadores e nasceu no então núcleo mais dinâmico da industrialização brasileira, a região do ABC paulista. Agora, este mesmo partido se torna portador dos interesses das velhas elites agrárias que continuam determinando os rumos do país.

O que está em jogo não é apenas a abertura de mercados ou a redução de tarifas, mas o próprio modelo de desenvolvimento que o Brasil adotará nas próximas décadas. De um lado, o caminho da reprimarização, da desindustrialização, da devastação ambiental, da precarização do trabalho e da subordinação permanente aos centros do capitalismo global. Do outro, a possibilidade de construir um projeto nacional soberano, baseado na industrialização, na tecnologia, na agregação de valor, na proteção ambiental e na geração de empregos dignos.

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