Advogado em Birigui | Servelatti & Sanchez Advogados

Advogado de família em atendimento a casal, orientando sobre divórcio, pensão alimentícia e inventário.
Advogado em Birigui - Servelatti & Tompsitti
previous arrow
next arrow

O Advogado é Indispensável à Justiça | Advogado em Birigui-SP

O advogado é a ponte entre o cidadão e a Justiça. Previsto no artigo 133 da Constituição Federal
, o advogado é indispensável à administração da Justiça, atuando com ética, técnica e coragem na defesa de direitos.

Em Birigui-SP, o Escritório Servelatti & Sanchez Advogados é referência em atendimento jurídico de alto nível, com especialistas em:

Atuamos com transparência e valores justos. Honorários advocatícios são definidos com base na complexidade do caso e sempre pautados pela tabela da OAB. O barato pode sair caro: a ausência de excelência pode gerar prejuízos irreparáveis. Consulte também os sites oficiais do TJSPSTJSTF para conhecer melhor seus direitos.


WhatsApp
📲 Fale com um Advogado em Birigui-SP

JOTA Jornalismo – FeedMotta quer protagonismo da Câmara com fim da escala 6×1 em ano eleitoral​Marianna Holanda

O anúncio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), nesta segunda-feira (9), de que decidiu avançar com a PEC do fim da escala 6×1, dá à Casa uma oportunidade de fugir do mote “Congresso inimigo do povo” na eleição. O tema tem adesão na sociedade e não enfrenta resistência da oposição.

Dando seguimento às propostas que já estão na Casa, puxando para si a condução dos debates, Motta mostra que não quer deixar o protagonismo de uma pauta tão popular para o governo. Quer fazer da aprovação — ou, ao menos, do avanço da discussão — da proposta uma vitória do Congresso.

Conheça o JOTA PRO Poder, plataforma de monitoramento que oferece transparência e previsibilidade para empresas

O fim da escala 6×1 é uma das prioridades da campanha de reeleição de Lula. Apesar dos textos (inclusive de aliados) que já tramitam na Casa sobre isso, o governo estava gestando uma nova proposta.

A ministra Gleisi Hoffmann, da articulação política, não foi avisada da decisão de Motta. Mas interlocutores correram para dizer que ela estava feliz com a iniciativa, porque fica demonstrado que o Congresso quer mesmo tratar disso. 

Auxiliares palacianos dizem, contudo, que não está definido se o governo desistirá de mandar sua própria proposta. Todo mundo quer poder chamá-la de sua em outubro.

Uma alternativa seria encaminhar o projeto e ele ser apensado às PECs que já tratam do tema. Motta anunciou o envio de uma delas para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas já há outra proposta lá — elas serão juntadas. O fato é que ele quer avançar.

Está no Senado hoje a PEC mais avançada sobre o tema. No fim do ano passado, a CCJ aprovou a proposta de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que está pronta para ir a plenário. Não houve sinalização, contudo, que ela deva ser votada, até o momento. A discussão está mais fria no Salão Azul.

Auxiliares do petista acreditavam que já haveria neste ano discussão da proposta, mas não que ela fosse votada ainda neste ano. O tema é delicado, enfrenta resistência de setores do empresariado e há outras prioridades na fila.

Além disso, propostas de emenda à Constituição têm tramitação mais lenta e precisam de mais votos. Mas a possibilidade de chegar à eleição com a medida aprovada ganha fôlego, diante do movimento do presidente da Câmara.

Assim, Motta pode chegar à campanha no seu estado com uma medida muito popular para chamar de sua.

​ 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *