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O Advogado é Indispensável à Justiça | Advogado em Birigui-SP

O advogado é a ponte entre o cidadão e a Justiça. Previsto no artigo 133 da Constituição Federal
, o advogado é indispensável à administração da Justiça, atuando com ética, técnica e coragem na defesa de direitos.

Em Birigui-SP, o Escritório Servelatti & Sanchez Advogados é referência em atendimento jurídico de alto nível, com especialistas em:

Atuamos com transparência e valores justos. Honorários advocatícios são definidos com base na complexidade do caso e sempre pautados pela tabela da OAB. O barato pode sair caro: a ausência de excelência pode gerar prejuízos irreparáveis. Consulte também os sites oficiais do TJSPSTJSTF para conhecer melhor seus direitos.


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JOTA Jornalismo – FeedCristiano Zanin mantém presidente do TJRJ como governador-tampão do Rio de Janeiro​Flávia Maia

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve nesta sexta-feira (24/4) o desembargador Ricardo Couto como o governador interino do Rio de Janeiro.

A decisão foi tomada após o diretório do PSD do Rio de Janeiro solicitar a confirmação da liminar dada por Zanin em 27 de março.

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O pedido do PSD é reflexo da petição apresentada pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Douglas Ruas (PL-RJ) em outra ação sob relatoria do ministro Luiz Fux, requerendo o cargo de governador tampão por ser o segundo na linha sucessória.

Ruas defendeu que a presidência da Alerj não está mais vaga e, portanto, teria direito ao cargo.

Zanin argumentou que a liminar está mantida pois o julgamento das duas ações relativas às eleições do Rio de Janeiro já tiveram o julgamento iniciado em plenário e que, após o pedido de vista de Flávio Dino, o colegiado consignou que Couto permaneceria no Palácio da Guanabara até o término do debate.

Além disso, o ministro sustentou que as eleições para a Alerj também estão sendo contestadas no Supremo.

“Em outras palavras, de acordo com o contexto dos autos desta reclamação, a eleição realizada em 17/4/2026, para Presidente da ALERJ, que, reitero, também se encontra sub judice, poderá ter efeitos inter corporis, porém não tem o condão de modificar a decisão proclamada em julgamento do Plenário do Supremo Tribunal Federal em 9/4/2026”.

A decisão foi tomada na RCL 92.644.

Imbróglio no Palácio Guanabara

O desembargador Ricardo Couto ocupa um mandato-tampão no Rio de Janeiro após a renúncia do então governador Cláudio Castro, no dia 23 de março, um dia antes do julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que poderia levar à sua cassação.

Castro não tinha vice-governador, pois Thiago Pampolha havia deixado o cargo para assumir o posto de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ). E na linha sucessória, o então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, também estava afastado do comando do Legislativo pelo STF em investigação sobre vazamento de operações policiais.

Dessa forma, a saída de Castro levaria o estado para eleições indiretas, ou seja, via Alerj, e não voto popular. Porém, o PSD, partido de oposição a Castro e Ruas, ajuizou duas ações no STF, uma questionando o formato das eleições indiretas e outra alegando que, ao renunciar, Castro fez uma manobra para direcionar as eleições indiretas e não diretas, que ocorreriam caso ele fosse cassado pelo TSE.

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Consultor JurídicoZanin mantém presidente do TJ no comando do governo do Rio de Janeiro​Karla Gamba

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, decidiu nesta sexta-feira (24/4) manter o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, no exercício do cargo de governador do estado. Zanin negou, por ora, a transferência automática do cargo ao novo presidente da Assembleia Legislativa do Rio, o deputado Douglas Ruas […]

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Consultor JurídicoPiso nacional do magistério corre risco de sofrer desconfiguração​Fernanda de Paula

Freepik No último mês de dezembro, o Supremo Tribunal Federal começou a enfrentar controvérsia que, à primeira vista, parece tratar apenas da forma de cálculo da remuneração de professores da rede pública. Em realidade, o que está em jogo é algo mais profundo: saber se os pisos salariais constituem apenas um patamar mínimo de remuneração […]

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Consultor JurídicoPiso nacional do magistério corre risco de sofrer desconfiguração​Fernanda de Paula

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Consultor JurídicoFalta de renovação de seguro-garantia gera responsabilidade subsidiária de município​Sem autor

A omissão da administração pública em exigir a renovação e a atualização do seguro-garantia de uma empresa terceirizada, mesmo após sucessivos aditivos contratuais, caracteriza falha na fiscalização preventiva (culpa in vigilando) e gera responsabilidade subsidiária do ente público pelo pagamento de dívidas trabalhistas. Esse foi o entendimento da 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho […]

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JOTA Jornalismo – Feed2ª Turma do STF forma maioria para manter prisão de ex-presidente do BRB​Flávia Maia

Há maioria formada entre os ministros da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) para manter a prisão preventiva do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e do advogado Daniel Lopes Monteiro por fraudes e corrupção relacionadas ao Banco Master. Os dois foram presos durante a 4ª Fase da Operação Compliance Zero, na quinta-feira passada (16/4).

O julgamento da Pet 15771 para validar a decisão do ministro André Mendonça começou na quarta-feira (22/4) em plenário virtual. Até o momento votaram pela manutenção da prisão o relator, ministro André Mendonça, e os ministros Luiz Fux e Nunes Marques. O ministro Dias Toffoli declarou-se suspeito e o ministro Gilmar Mendes ainda não proferiu o voto.

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Ao determinar a prisão de Paulo Henrique Costa e de Daniel Lopes Monteiro, Mendonça destacou a “altíssima capacidade de reorganização” da organização criminosa, mesmo após a deflagração das operações policiais relativas ao Master.

Mendonça também destacou que os crimes investigados envolvem valores bilionários e têm impacto potencial no sistema financeiro nacional. Ressaltou os “fortes indícios” da existência de bens adquiridos com recursos ilícitos.

“Trata-se de cenário que revela risco concreto de desaparecimento de recursos e bens necessários à recomposição dos danos decorrentes dos ilícitos sob apuração”, escreveu Mendonça para justificar as prisões.

Segundo a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR), o ex-presidente do BRB era peça essencial para viabilizar a aquisição das carteiras fraudulentas. Em contrapartida, ele teria recebido como propina seis imóveis de alto padrão em São Paulo e Brasília, avaliados em R$ 146,5 milhões, dos quais R$ 74,6 milhões já teriam sido efetivamente pagos.

Já Daniel Lopes é apontado como operador jurídico-financeiro do esquema investigado, especialmente na formalização das operações entre Master, Tirreno e BRB e na ocultação do beneficiário real das aquisições imobiliárias. De acordo com as investigações, o advogado recebeu pelo menos R$ 86,1 pelo esquema fraudulento.

Mensagens de WhatsApp interceptadas pela Polícia Federal trazem conversas entre Paulo Henrique Costa e Vorcaro, que indicam que, desde o início das operações, já se conheciam inconsistências relevantes nas carteiras ofertadas pelo Master. Apesar disso, as aquisições teriam sido aceleradas, com sucessivas flexibilizações procedimentais e pressão para liquidação rápida.

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Ainda segundo as investigações, mesmo após a constatação, em junho de 2025, de que o BRB havia adquirido aproximadamente R$ 12,2 bilhões em carteiras falsas do Banco Master, a instituição teria persistido na parceria e seguido comprando novos ativos.

Para operacionalizar o pagamento e ocultar a titularidade real dos bens, teriam sido mobilizados fundos de investimento geridos pela Reag, bem como empresas de fachada, atribuídas formalmente a interpostas pessoas, entre elas o cunhado do advogado Daniel Monteiro.

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JOTA Jornalismo – Feed2ª Turma do STF forma maioria para manter prisão de ex-presidente do BRB​Flávia Maia

Há maioria formada entre os ministros da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) para manter a prisão preventiva do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e do advogado Daniel Lopes Monteiro por fraudes e corrupção relacionadas ao Banco Master. Os dois foram presos durante a 4ª Fase da Operação Compliance Zero, na quinta-feira passada (16/4).

O julgamento da Pet 15771 para validar a decisão do ministro André Mendonça começou na quarta-feira (22/4) em plenário virtual. Até o momento votaram pela manutenção da prisão o relator, ministro André Mendonça, e os ministros Luiz Fux e Nunes Marques. O ministro Dias Toffoli declarou-se suspeito e o ministro Gilmar Mendes ainda não proferiu o voto.

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Mendonça também destacou que os crimes investigados envolvem valores bilionários e têm impacto potencial no sistema financeiro nacional. Ressaltou os “fortes indícios” da existência de bens adquiridos com recursos ilícitos.

“Trata-se de cenário que revela risco concreto de desaparecimento de recursos e bens necessários à recomposição dos danos decorrentes dos ilícitos sob apuração”, escreveu Mendonça para justificar as prisões.

Segundo a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR), o ex-presidente do BRB era peça essencial para viabilizar a aquisição das carteiras fraudulentas. Em contrapartida, ele teria recebido como propina seis imóveis de alto padrão em São Paulo e Brasília, avaliados em R$ 146,5 milhões, dos quais R$ 74,6 milhões já teriam sido efetivamente pagos.

Já Daniel Lopes é apontado como operador jurídico-financeiro do esquema investigado, especialmente na formalização das operações entre Master, Tirreno e BRB e na ocultação do beneficiário real das aquisições imobiliárias. De acordo com as investigações, o advogado recebeu pelo menos R$ 86,1 pelo esquema fraudulento.

Mensagens de WhatsApp interceptadas pela Polícia Federal trazem conversas entre Paulo Henrique Costa e Vorcaro, que indicam que, desde o início das operações, já se conheciam inconsistências relevantes nas carteiras ofertadas pelo Master. Apesar disso, as aquisições teriam sido aceleradas, com sucessivas flexibilizações procedimentais e pressão para liquidação rápida.

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Ainda segundo as investigações, mesmo após a constatação, em junho de 2025, de que o BRB havia adquirido aproximadamente R$ 12,2 bilhões em carteiras falsas do Banco Master, a instituição teria persistido na parceria e seguido comprando novos ativos.

Para operacionalizar o pagamento e ocultar a titularidade real dos bens, teriam sido mobilizados fundos de investimento geridos pela Reag, bem como empresas de fachada, atribuídas formalmente a interpostas pessoas, entre elas o cunhado do advogado Daniel Monteiro.

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Consultor JurídicoUSP promove debate sobre a geoeconomia do setor portuário na segunda (27/4)​Sem autor

O Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI-USP) promove, na segunda-feira (27/4), o seminário internacional “A geoeconomia do setor portuário: navegando entre competitividade, integração e segurança nacional”. O evento terá debate sobre a interseção entre geoeconomia, soberania nacional e infraestrutura portuária, tema que ocupa o centro das disputas geopolíticas globais e que […]

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