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O Advogado é Indispensável à Justiça | Advogado em Birigui-SP

O advogado é a ponte entre o cidadão e a Justiça. Previsto no artigo 133 da Constituição Federal
, o advogado é indispensável à administração da Justiça, atuando com ética, técnica e coragem na defesa de direitos.

Em Birigui-SP, o Escritório Servelatti & Sanchez Advogados é referência em atendimento jurídico de alto nível, com especialistas em:

Atuamos com transparência e valores justos. Honorários advocatícios são definidos com base na complexidade do caso e sempre pautados pela tabela da OAB. O barato pode sair caro: a ausência de excelência pode gerar prejuízos irreparáveis. Consulte também os sites oficiais do TJSPSTJSTF para conhecer melhor seus direitos.


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JOTA Jornalismo – FeedLeandro Safatle, presidente da Anvisa, participa do Fórum JOTA na segunda (13/4)​Estúdio JOTA

Leandro Safatle, diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é um dos participantes do Fórum JOTA: Saúde Brasileira, na próxima segunda-feira (13/4), a partir das 16h, na Casa JOTA, em Brasília. O evento reúne autoridades do Executivo, do Legislativo e do Judiciário para debater os gargalos estruturais das políticas públicas de saúde no Brasil e os caminhos para aprimorar o sistema na próxima década.

Economista de formação e especialista em regulação e gestão de políticas públicas, Leandro Safatle assumiu a presidência da Anvisa em agosto de 2025.

Formado pela Universidade de Brasília (UnB), Safatle tem uma trajetória construída entre regulação, saúde pública e gestão governamental. Antes de chegar à presidência da Anvisa, foi secretário-adjunto de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde no Ministério da Saúde, onde também dirigiu o Departamento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde e de Inovação para o SUS entre 2023 e 2024.

Servidor público federal desde 2011, já havia passado pela própria Anvisa entre 2014 e 2019, quando foi secretário executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e responsável técnico pela regulação do mercado de medicamentos no Brasil.

Antes disso, atuou na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Suprimentos Estratégicos do Ministério da Saúde e no Centro de Estudos Antonio Ivo de Carvalho da Fundação Oswaldo Cruz. Ao longo da carreira, também foi consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

Além de Safatle, participam do evento o ministro da Saúde, Alexandre Padilha; o deputado federal e relator do PL dos planos de saúde, Domingos Neto; a conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Daiane Nogueira de Lira; e a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Fernanda De Negri.

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JOTA Jornalismo – FeedGoverno Lula foca em medidas contra endividamento em cartão e cheque especial​Fábio Pupo

O governo federal vai focar seu pacote de medidas contra o endividamento da população em três modalidades consideradas mais onerosas, conforme apurou o JOTA: cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal não consignado. A diretriz principal é reduzir taxas e conceder desconto em dívidas já existentes.

As ideias já foram apresentadas ao presidente Lula, mas interlocutores ressaltam que ainda não há decisão final sobre o formato das ações. A amplitude das medidas discutidas – que incluem possível aporte do Tesouro Nacional, uso do FGTS, ampliação de programas existentes e até alertas ao consumidor – dependerá de uma análise do montante de recursos disponíveis.

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Para as pessoas físicas, as medidas vão focar na baixa renda; para as pessoas jurídicas, haverá uma flexibilização das regras dos programas que usam recursos de fundos públicos. Neste texto, listamos o que há de mais recente nas discussões.

Diagnóstico

A equipe econômica parte da premissa de que a forte expansão do acesso ao sistema financeiro nos últimos anos – impulsionada por mudanças regulatórias desde a década passada e acelerada durante a pandemia, com a concessão do Auxílio Emergencial e a bancarização em massa da população – levou milhões de brasileiros a ingressar no mercado de crédito formal. Esse movimento, embora positivo, foi acompanhado por uma oferta crescente de crédito caro, sobretudo por parte de instituições não bancárias.

Segundo integrantes do governo, parte relevante da população de baixa renda, especialmente com ganhos de três a cinco salários mínimos, passou a contratar crédito sem conhecimento adequado ou em condições desfavoráveis, o que resultou em alto comprometimento da renda. Em alguns casos, as taxas do crédito pessoal variam entre 6% e 10% ao mês, podendo ser ainda maiores no cartão de crédito e no cheque especial.

A avaliação é de que houve uma migração de formas informais de crédito – antes, em grande parte, no formato de empréstimos entre pessoas (concedidos por pequenos comerciantes ou até por agiotas) – para o sistema financeiro formal. Mas essa mudança aconteceu sem o devido controle ou educação financeira. Isso teria contribuído para o avanço do chamado superendividamento, mesmo em um contexto de melhora do emprego e da renda.

A principal diretriz das medidas em estudo é permitir que esses endividados de baixa renda substituam dívidas mais caras por outras com juros menores ou consigam quitá-las com desconto. A ideia é manter o tomador no sistema financeiro, mas em condições mais sustentáveis.

Os interlocutores ressaltam que as medidas ainda estão em discussão e, por isso, podem ser modificadas ou, em parte, não serem adotadas até a decisão final a ser tomada pelo presidente Lula. 

Diretrizes gerais

Para solucionar o problema, o governo trabalha com as seguintes premissas operacionais:

  • Público-alvo: A faixa de corte está sendo estudada, mas deve focar em pessoas com rendimento entre três e cinco salários mínimos, o que engloba a grande maioria da população brasileira.

  • Objetivo: Reduzir taxas ou conceder desconto na quitação de dívidas, contribuindo para manter aquele cliente no sistema financeiro.

  • Perfil das dívidas: Diferentemente do programa Desenrola, que limpou dívidas mais antigas da pandemia, o foco das discussões têm sido dívidas ativas não vencidas (onde a pessoa se priva do básico para pagar o boleto e os juros mensais) e dívidas vencidas há pouco tempo. Ao mesmo tempo, também é analisado um possível incentivo à quitação de débitos ainda no prazo. A ideia é focar os consumidores que ainda são adimplentes, mas que comprometeram uma grande parcela de sua renda com o pagamento de parcelas. O governo entende que esse público está, muitas vezes, se privando de necessidades básicas apenas para conseguir honrar suas dívidas.

FGTS pode ser usado para garantias e pagamentos, mas com travas

O uso do FGTS no programa de negociação de dívidas está em estudo, mas traz um dilema ao governo – que tenta desenhar a modalidade de modo que o saldo não seja zerado pelo saque. 

Assim, existem duas possibilidades: uma trava baseada em qual percentual do fundo pode ser utilizado para este fim, e um teto de valor da dívida. Há preocupação de que o uso sem travas do FGTS esgote recursos que poderiam ser utilizados para outras finalidades, como o crédito imobiliário, o que poderia prejudicar outros programas do governo, como o Minha Casa Minha Vida.

  • Uso do FGTS 1: Estão em fase incipiente estudos para permitir o uso de um percentual do FGTS como garantia para baratear o crédito consignado privado.

  • Uso do FGTS 2: Outra hipótese restrita, ainda em avaliação de viabilidade, seria usar parte do saldo do fundo diretamente para a quitação de dívidas, como a do cartão de crédito, respeitando as travas e os limites para não esvaziar o papel de seguro do trabalhador e de financiamento habitacional do FGTS.

Ajustes no consignado privado

Além do uso do FGTS, o  governo estuda outros ajustes no crédito consignado, que tem registrado taxas médias de 3% a 4% ao mês.

  • Alerta aos clientes: Para evitar taxas abusivas, o governo avalia impor alertas obrigatórios nos aplicativos dos bancos. Assim, quando o cliente for contratar um crédito, a plataforma seria obrigada a avisá-lo de que aquela taxa está, por exemplo, acima da média praticada no mercado. O governo acredita que a medida visa coibir empresas mais agressivas que chegam a oferecer taxas de 13% a 15% ao mês.

  • Plataforma da Carteira de Trabalho 1: Outro enfoque estudado pelo governo seria melhorar as condições do consignado privado por meio de soluções tecnológicas. Uma das ideias seria usar o sistema da  Carteira de Trabalho Digital (CTPS) para automatizar a transferência dos contratos de crédito quando um trabalhador mudar de emprego. Assim, o desconto em folha continuaria sendo feito independentemente de movimentações do funcionário entre empresas.  Como a rotatividade de emprego em empresas menores é alta, a ideia é facilitar a transferência do contrato de consignado quando o trabalhador muda de empregador, reduzindo o risco e o custo da operação (mesmo que de forma marginal, pode ajudar).

  • Plataforma da Carteira de Trabalho 2: A CTPS digital também poderia ser usada como uma plataforma centralizadora das ofertas de instituições financeiras. O trabalhador poderia indicar qual o valor quer tomar emprestado e a plataforma indicaria as ofertas de cada banco, destacando a taxa de juros comparativamente com outras opções disponíveis.

Socorro a médias empresas

No escopo das medidas voltadas para pessoas jurídicas, o governo avalia estender o socorro financeiro para médias empresas com faturamento de até R$ 300 milhões, englobando-as nas ações que também atenderão microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas empresas. 

A ideia analisa o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (PEAC), como o JOTA antecipou, e o Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte).

O diagnóstico do Ministério da Fazenda aponta que essas empresas até obtêm acesso a esses programas direcionados, em condições favoráveis. Mas o problema ocorre quando precisam de mais recursos do que os oferecidos. Nesses cenários, a demanda por crédito “vaza” dos programas oficiais e as empresas são obrigadas a buscar recursos no mercado tradicional, onde acabam contraindo dívidas com taxas significativamente mais caras. 

Para solucionar esse gargalo, a principal medida em estudo é justamente a ampliação dos limites e tetos operacionais dos programas. A intenção da equipe econômica é permitir que montantes atualmente desenquadrados desses limites passem a integrar o escopo dos fundos garantidores, possibilitando a opção por uma dívida mais barata. 

Para bancar essa expansão, o governo avalia a utilização de dois instrumentos: o Fundo Garantidor de Operações (FGO), que pode exigir um novo aporte de recursos do Tesouro Nacional, e o Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), que a equipe econômica avalia como possivelmente já ter fontes internas suficientes para absorver a demanda sem precisar de dinheiro novo do Estado (embora as análises ainda não sejam conclusivas).

O objetivo do governo, portanto, é dar fôlego a empresas viáveis, que ficaram com a “corda no pescoço” devido aos juros altos, sem injetar dinheiro em negócios que já estão quebrados.

Educação financeira e responsabilidade de instituições

Integrantes do governo têm alertado instituições financeiras e associações de fintechs (como a Febraban e outras) de que a educação financeira será vital. O governo entende que modelos de negócios predatórios –que cobram taxas muito altas de todos para compensar a inadimplência de alguns– podem resultar na responsabilização legal dos próprios bancos caso fique caracterizado, à luz do Direito do Consumidor, que a instituição levou o cliente ao superendividamento intencionalmente.

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JOTA Jornalismo – FeedCCJ do Senado aprova PEC que veda aposentadoria compulsória como punição a juízes​Letícia Mori

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta (8/4) uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que prevê o fim da da aposentadoria compulsória como punição administrativa a magistrados e membros do Ministério Público.

A proposta estende às carreiras as regras que já valem para outros servidores públicos, ou seja, prevê a perda do cargo por meio de um processo administrativo com direito ao contraditório e à ampla defesa, seguido por uma ação cível.

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A PEC prevê que, uma vez condenado administrativamente, o magistrado ou membro do MP seja afastado provisoriamente das funções e tenha a remuneração suspensa durante o andamento da ação cível para perda do cargo. A proposta também prevê perda do cargo em caso de condenação penal.

A proposta foi apresentada em 2024 pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, quando ele ainda era senador do Maranhão pelo PT.

Em março deste ano, já como ministro do STF, Dino tomou uma decisão no mesmo sentido na Ação Originária 2870. Ele determinou que a punição de infrações graves deve ser feita com perda do cargo. Atualmente, ela é feita com a aposentadoria compulsória — na qual o magistrado deixa de exercer sua função mas continua sendo remunerado.

Para Dino, essa prática não é mais possível de acordo com a Reforma da Previdência, feita em 2019 por meio da Emenda Constitucional 103.

Desde 2006, 126 magistrados foram penalizados com aposentadoria compulsória. Em 2025, 52 Processos Administrativos Disciplinares (PADs) contra magistrados e 39 Revisões Disciplinares tramitam no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Privilégio militar

Relatada pela senadora Eliziane Gama (PSD-MA), a PEC 3/3024 passou na CCJ mas teve algumas modificações feitas pela oposição.

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Os senadores aprovaram a emenda do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) para retirar os militares da proposta, com apoio de Marcos Rogério (PL-RO) e Carlos Portinho (PL-RJ). Isso manteve a possibilidade da chamada “morte ficta” — militares expulsos das Forças Armadas vão continuar podendo receber pensão como se o militar tivesse falecido.

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Consultor JurídicoAssociação questiona regra sobre perícia por documentos para Previdência​Sem autor

A Associação Nacional dos Peritos Médicos Federais (ANMP) ajuizou ação no Supremo Tribunal Federal contra trechos da lei de benefícios da Previdência Social que estabelecem que o exame médico-pericial poderá ser feito por análise documental. A matéria é objeto de ação direta de inconstitucionalidade distribuída ao ministro Dias Toffoli. A ANMP contesta trechos da Lei […]

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira (7/4) que concordou em “suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas”. O acordo foi confirmado pelo governo iraniano. Trump afirmou que tomou a decisão depois de conversar com líderes do Paquistão, que fazem a mediação com o Irã. […]

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Um consumidor não pode usufruir de dinheiro de um banco e anos depois alegar desconhecimento do empréstimo para se eximir de pagar as parcelas. Com esse entendimento, o 9º Juizado Especial Cível de Manaus considerou legítimo o empréstimo que uma mulher contratou com o banco Bradesco e negou os pedidos de restituição dos valores e […]

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Consultor JurídicoA evolução da regulação de microcrédito e o papel das Oscips​Aline Gonçalves Videira de Souza

A aprovação da Lei 15.364/2026, cujo objetivo é aprimorar e fomentar o microcrédito e as microfinanças no Brasil, atualiza o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO) — mas não só. A nova norma promove ajustes na Lei das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips) que elevam a importância dessa qualificação para organizações […]

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A Caravana Nacional da Cooperação Judiciária chegará a Salvador na próxima segunda-feira (13/4), às 9h, para sua 11ª edição. O evento, que será sediado no Tribunal de Justiça da Bahia, discutirá o combate à litigância abusiva. Entre os painéis, estarão “Identificação e Monitoramento da Litigância Abusiva” e “O Impacto da Litigância Abusiva no Judiciário”. O […]

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Instalar rede elétrica de alta tensão sem autorização em uma área particular viola o direito de propriedade. A situação é agravada pelo risco concreto de acidentes, pois a responsabilidade de uma empresa inclui a prestação de serviço com segurança, conforme previsão do Código de Defesa do Consumidor. Com esse entendimento, a 2ª Câmara de Direito […]

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Consultor JurídicoServiços sociais autônomos: há Direito Administrativo, mas não como no Estado​Mateus Leones

Discutir os serviços sociais autônomos como se a única questão fosse saber se são públicos ou privados é simplificar demais o problema. O ponto juridicamente relevante é outro: qual regime incide sobre essas entidades e em que medida. A dúvida não é trivial. Os serviços sociais autônomos têm personalidade jurídica de direito privado, não integram […]

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