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O Advogado é Indispensável à Justiça | Advogado em Birigui-SP

O advogado é a ponte entre o cidadão e a Justiça. Previsto no artigo 133 da Constituição Federal
, o advogado é indispensável à administração da Justiça, atuando com ética, técnica e coragem na defesa de direitos.

Em Birigui-SP, o Escritório Servelatti & Sanchez Advogados é referência em atendimento jurídico de alto nível, com especialistas em:

Atuamos com transparência e valores justos. Honorários advocatícios são definidos com base na complexidade do caso e sempre pautados pela tabela da OAB. O barato pode sair caro: a ausência de excelência pode gerar prejuízos irreparáveis. Consulte também os sites oficiais do TJSPSTJSTF para conhecer melhor seus direitos.


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JOTA Jornalismo – FeedFachin propõe regras para juízes aplicarem decisões da Corte IDH​Lucas Mendes

O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Edson Fachin, propôs nesta terça-feira (10/2) a criação de um Estatuto da Magistratura Brasileira Interamericana, com objetivo de orientar o Judiciário a seguir e aplicar as normas da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH).

A ideia é reunir um conjunto de diretrizes para atuação de juízes brasileiros. Entre outros pontos, a proposta fixa como competência dos magistrados a aplicação da jurisprudência da Corte IDH e dos tratados internacionais de direitos humanos em vigor no Brasil.

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A minuta da proposta foi apresentada na sessão do CNJ. Os conselheiros vão discutir e votar a proposta em um momento posterior.

Desde que assumiu a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), exercida simultaneamente com a do CNJ, Fachin tem tentado aproximar o Judiciário brasileiro dos sistemas de justiça de países latino-americanos.

Pela proposta apresentada, os magistrados brasileiros devem considerar em suas decisões toda a jurisprudência da Corte IDH, e não só as decisões contra o Estado brasileiro. No caso, o direito brasileiro deve ser interpretado de forma compatível com a jurisprudência interamericana.

Outra diretriz é estabelecer que compete aos juízes fazer o controle da compatibilidade das normas jurídicas internas com a Convenção Americana sobre Direitos Humanos.

Em relação a casos de violação de direitos humanos, cabe aos magistrados assegurar a reparação integral às vítimas, determinando, quando for possível, medidas de compensação e garantias de não repetição, conforme o texto.

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A proposta de Fachin é integrar o Estatuto à recomendação do CNJ (123/2022) que trata da observância dos tratados e convenções internacionais de direitos humanos no Brasil.

Para Fachin, a normativa deve ser a referência nacional nas políticas judiciárias de proteção aos direitos humanos, “em harmonia com outros instrumentos normativos já acolhidos pelo CNJ, como os protocolos para julgamento com perspectiva de gênero e raça”.

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Consultor JurídicoDemissão de empregado com câncer de pele é discriminatória, decide TST​Sem autor

A 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu como discriminatória a demissão de um operador de máquinas de uma indústria alimentícia de Vila Velha (ES) em razão de câncer de pele. Segundo o colegiado, a empresa não conseguiu comprovar outro motivo para a dispensa que afastasse a presunção de discriminação. Com a decisão, o […]

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Consultor JurídicoOmbudsman da Folha de S.Paulo também precisa de hermenêutica!​Lenio Luiz Streck

A ombudsman da Folha de S.Paulo, Alexandra Moraes, defendeu, recentemente na coluna dominical, a possibilidade de publicação de textos compostos por inteligência artificial, enquanto a Folha não sinalizar contra. Wikimedia Commons O imbróglio é o seguinte: ao se queixar do texto da colunista Natalia Beaty, um assinante alertou que 66% do conteúdo vinha de inteligência […]

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Consultor JurídicoSupremo determina novas medidas contra desmatamento na Amazônia​Sem autor

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, determinou a adoção de novas medidas para conter o desmatamento na Amazônia Legal. A decisão foi tomada durante a audiência de monitoramento promovida nesta terça (10/2), no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 760. As determinações envolvem ações coordenadas de órgãos de controle, fiscalização ambiental e política […]

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JOTA Jornalismo – FeedNovas regras do PAT desconsideram impactos do decreto em empresas regionais​Estúdio JOTA

As regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) ignoram os impactos operacionais relevantes introduzidos pelo Decreto 12.712/2025, que afetam de forma mais sensível operadores com estruturas financeiras e sistêmicas menos robustas. O debate sobre o novo marco regulatório é majoritariamente sob a ótica da concorrência e da redução de custos, como aponta a Associação Brasileira das Empresas de Benefícios aos Trabalhadores (ABBT), entidade que representa 22 empresas de diferentes portes e regiões, em um universo de mais de 500 empresas que compõem um setor marcado pela heterogeneidade.

“Empresas regionais são essenciais ao PAT ao atender municípios menores e áreas afastadas. A proximidade com clientes, estabelecimentos e trabalhadores garante capilaridade e controle do uso do benefício onde grandes operadores não atuam ou têm presença limitada”, explica Lucio Capelletto, presidente da ABBT.

Prazo de adequação expõe risco operacional inédito

Entre os pontos mais sensíveis do decreto está a redução do prazo máximo de repasse aos estabelecimentos comerciais para até 15 dias, prevista no artigo 182-C. Pela primeira vez, a norma passa a diferenciar os fluxos de pagamento de cartões vinculados ao PAT conforme a tipologia do usuário: para o mercado privado, o novo prazo deve ser implementado em até 90 dias; para o mercado público, o limite só passa a valer após 360 dias.

Na prática, isso cria uma assimetria inédita entre fevereiro e novembro deste ano, período em que as operadoras terão de conviver com dois regimes distintos de repasse. “O prazo sempre foi acordado com o estabelecimento, independentemente de o usuário ser do setor público ou privado”, explica Carlos Alex, CEO da Green Benefícios, que atua na região Sul do Brasil. “O decreto muda essa lógica e exige que as empresas sejam capazes de separar esses fluxos sistêmicos em apenas 90 dias.”

Segundo executivos do setor, trata-se de uma mudança estruturante. As operadoras precisam adaptar sistemas para identificar, segregar e conciliar transações conforme a origem do usuário – uma informação que, na ponta, muitas vezes não é visível para supermercados e restaurantes. “Isso vai além de uma atualização de prazo. É uma reengenharia completa da lógica de repasses”, afirma Carlos Alex. “Vamos conseguir fazer os ajustes, mas a pergunta que fazemos é: todos os players conseguirão implementar essa separação sem gerar inconsistências nos repasses?”.

Wilson Rocha, CEO da Comprocard, do Espírito Santo, ressalta que o desafio extrapola o setor de benefícios. “Os estabelecimentos comerciais também terão de ajustar seus próprios sistemas de conciliação e recebimento, sem necessariamente terem clareza sobre a tipologia do usuário. Isso amplia o risco de erros, atrasos ou valores repassados de forma equivocada.”

Para executivos de empresas regionais, o risco não está no objetivo do decreto, mas no curto prazo de implementação de uma diferenciação que nunca existiu na operação do PAT. “Qualquer falha sistêmica nesse processo afeta diretamente o estabelecimento comercial, que depende desse fluxo para manter sua operação”, resume Rocha.

Qualidade do programa sob pressão

Além do risco operacional, executivos apontam efeitos indiretos da combinação entre o teto da taxa de desconto, o prazo reduzido de repasse e a ampliação do arranjo aberto. Segundo eles, a compressão de margens pressiona a viabilidade econômica de manter equipes dedicadas ao credenciamento, à auditoria e à fiscalização dos estabelecimentos.

“Garantir que o benefício seja usado corretamente exige estrutura, presença em campo e investimento contínuo”, afirma Thomas Pillet, CEO da Up, que opera no Espírito Santo, Minas Gerais e no Rio Grande do Norte. “Se essa equação se desequilibra, o risco não é apenas financeiro, mas de enfraquecimento dos mecanismos que preservam a finalidade do programa.”

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Paulo Guimarães, CEO da Nutricash, presente na Bahia, reforça que o PAT deve ser analisado como política pública: “Não se trata apenas de um meio de pagamento. O programa depende de operadores financeiramente saudáveis para assegurar qualidade, controle e segurança jurídica.”

Capilaridade e atendimento regional

Ao contrário da narrativa que retrata o setor de benefícios como excessivamente concentrado, a diversidade de operadores é um dos principais pilares da capilaridade do PAT. Porém, caso os impactos do decreto nas empresas regionais levem a uma concentração de operações em empresas de maior porte, o alcance do programa ficará altamente comprometido. “Empresas regionais conseguem atender municípios que muitas vezes não estão no radar de grandes operadores”, diz Marcos Sartori, CEO da Vegas Card, que atua no interior de São Paulo. “O risco é que o trabalhador dessas localidades seja impactado na prática.”

A avaliação é compartilhada por Valdemar Cequinel, CEO da Abrapetite, do Paraná. “As empresas regionais complementam o ecossistema do PAT justamente onde a escala não é suficiente para atrair grandes grupos.”

Há ainda precedentes históricos que reforçam a necessidade de cautela. “Vivemos um momento semelhante em 1994. Externalidades regulatórias levaram rapidamente a uma forte concentração do mercado, cujos efeitos perduraram por mais de dez anos”, lembra Alex.

Debate em construção

Para Erly Vieira, CEO da Le Card, que tem operação no Espírito Santo e Bahia, o desafio agora é aprofundar o diálogo. “O setor já é altamente competitivo e diverso. A discussão precisa considerar como as novas regras afetam diferentes perfis de operadores”, comenta.

À medida que o decreto entra em vigor, empresas com atuação regional ajustam sistemas, revisam processos e acompanham de perto os desdobramentos. O consenso entre os executivos é que os objetivos do decreto são legítimos, mas seus impactos operacionais, qualitativos e territoriais ainda exigem análise cuidadosa para que o PAT preserve sua efetividade e alcance.

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Consultor JurídicoNatureza jurídica do prazo para conclusão do inquérito civil em matéria de improbidade​Landolfo Andrade

No mesmo dispositivo em que a Lei de Improbidade Administrativa (Lei 8.429/1992) disciplina o regime prescricional, a Lei 14.230/2021 inovou ao fixar prazos para a conclusão das investigações no inquérito civil, bem como para a propositura da ação de improbidade administrativa pelo Ministério Público. Veja-se: “Art. 23. (…) §2º O inquérito civil para apuração do […]

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JOTA Jornalismo – FeedMotta quer protagonismo da Câmara com fim da escala 6×1 em ano eleitoral​Marianna Holanda

O anúncio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), nesta segunda-feira (9), de que decidiu avançar com a PEC do fim da escala 6×1, dá à Casa uma oportunidade de fugir do mote “Congresso inimigo do povo” na eleição. O tema tem adesão na sociedade e não enfrenta resistência da oposição.

Dando seguimento às propostas que já estão na Casa, puxando para si a condução dos debates, Motta mostra que não quer deixar o protagonismo de uma pauta tão popular para o governo. Quer fazer da aprovação — ou, ao menos, do avanço da discussão — da proposta uma vitória do Congresso.

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O fim da escala 6×1 é uma das prioridades da campanha de reeleição de Lula. Apesar dos textos (inclusive de aliados) que já tramitam na Casa sobre isso, o governo estava gestando uma nova proposta.

A ministra Gleisi Hoffmann, da articulação política, não foi avisada da decisão de Motta. Mas interlocutores correram para dizer que ela estava feliz com a iniciativa, porque fica demonstrado que o Congresso quer mesmo tratar disso. 

Auxiliares palacianos dizem, contudo, que não está definido se o governo desistirá de mandar sua própria proposta. Todo mundo quer poder chamá-la de sua em outubro.

Uma alternativa seria encaminhar o projeto e ele ser apensado às PECs que já tratam do tema. Motta anunciou o envio de uma delas para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas já há outra proposta lá — elas serão juntadas. O fato é que ele quer avançar.

Está no Senado hoje a PEC mais avançada sobre o tema. No fim do ano passado, a CCJ aprovou a proposta de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que está pronta para ir a plenário. Não houve sinalização, contudo, que ela deva ser votada, até o momento. A discussão está mais fria no Salão Azul.

Auxiliares do petista acreditavam que já haveria neste ano discussão da proposta, mas não que ela fosse votada ainda neste ano. O tema é delicado, enfrenta resistência de setores do empresariado e há outras prioridades na fila.

Além disso, propostas de emenda à Constituição têm tramitação mais lenta e precisam de mais votos. Mas a possibilidade de chegar à eleição com a medida aprovada ganha fôlego, diante do movimento do presidente da Câmara.

Assim, Motta pode chegar à campanha no seu estado com uma medida muito popular para chamar de sua.

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Consultor JurídicoSTJ pode enquadrar temor reverencial como segredo de Justiça​Ricardo Rodolfo Rios Bezerra

A retomada dos julgamentos pelo Superior Tribunal de Justiça, no âmbito da 3ª Seção, reacende um debate sensível no Direito Penal contemporâneo: a possibilidade de enquadrar situações de temor reverencial, como hipótese de estupro de vulnerável, nos termos do artigo 217-A do Código Penal (processo em segredo de justiça). A discussão ganha especial relevo diante […]

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Consultor JurídicoJuiz manda impedir abertura de contas com dados de advogado vítima de golpe​Sem autor

A comprovação de que criminosos usam dados de advogados para aplicar um golpe, somada ao evidente perigo de dano pela reiteração da fraude, autoriza a concessão de tutela de urgência para impedir a habilitação de novas linhas telefônicas e perfis em redes sociais em nome das vítimas. Com esse entendimento, o juiz Eduardo Soares de […]

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Consultor JurídicoIndústria é condenada a instalar filtros antipoluentes em fornos de queima​Sem autor

A 1ª Câmara Reservada ao Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão da Vara Única de Cordeirópolis (SP) que determinou que uma indústria de cerâmica instale e mantenha em funcionamento filtros antipoluentes nos fornos de monoqueima de argila, de acordo com a melhor tecnologia disponível para controle de emissões gasosas […]

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